O aumento exponencial da tensão entre grandes potências no mundo, já torna o ambiente internacional e principalmente a diplomacia como um dos meios cada vez mais raros para que tente evitar o que seria a deflagração de uma guerra envolvendo o extremo oriente, especialmente, a península coreana. A #China veio a público nesta sexta-feira (14), advertir o mundo para os riscos inerentes a uma suposta guerra, que está na iminência de acontecer, se caso persistirem os temores de que o regime da #Coreia do Norte, que tem como base a capital do país, Pyongyang, continue a fazer testes com nucleares.

O regime do ditador norte-coreano Kim Jong-Um, constantemente, ameaça o mundo com testes, principalmente próximos às regiões costeiras da Coreia do Sul e do Japão.

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Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recentemente, adotou uma política mais combativa contra regimes ditatoriais no mundo, como por exemplo, pode-se mencionar o míssil norte-americano lançado desde uma base no mar Mediterrâneo contra um alvo do regime de Bashar Al-Assad, na Síria, responsável pelo ataque químico que vitimou uma região pobre do país, através do uso de armamento químico contra civis.

China se manifesta

Após uma semana de troca de ameaças e insultos, entre Estados Unidos e Coreia do Norte, a China, um dos principais aliados do regime norte-coreano, resolveu se manifestar sobre uma guerra que esteja cada vez mais próxima de acontecer. De acordo com palavras do ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, uma eventual "guerra pode acontecer a qualquer momento", ressaltou.

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Ele concluiu ainda que "todas as partes envolvidas devem manter uma alta vigilância sobre essa situação", declarou Wanng Yi.

A escalada da tensão entre Washington e Pyongyang aumentou com o envio pelos Estados Unidos de um porta aviões para a península coreana. Países como Japão e Coreia do Sul, já se preparam para uma possível guerra entre as partes envolvidas, já que são países próximos ao regime norte-coreano, além de historicamente, serem aliados dos Estados Unidos. O vice-presidente americano, Mark Pence, foi enfático em afirmar que "a paciência estratégica acabou", em referência às sanções contra os testes balísticos da Coreia do Norte. A China ainda resta como uma potência regional ou mesmo mundial, que pode ser um fator de estabilidade na região, já que se opõe aos testes de mísseis do regime da Coreia do Norte, porém, também se posiciona contrariamente a qualquer tentativa de ataque norte-americano contra o regime de Kim Jong-Un. #EUA