Segundo um jornal da Coreia do Sul, o Chosun, no último domingo (9), a República Popular da #China enviou um efetivo de 150.000 soldados do exército vermelho para a sua fronteira com a #Coreia do Norte. O fato ocorreu após ser informada de que a frota de combate norte-americana, Carl Vinson, havia deixado Cingapura e estaria navegando rumo à península coreana. As tropas enviadas pelos chineses estão organizadas "em dois grupos, caso haja circunstâncias imprevistas". A razão: uma maior perspectiva de "opções militares", como possíveis ataques preventivos contra a Coreia do Norte, semelhante ao que os #Estados Unidos lançaram sobre a Síria.

Segundo o Sankei Shimbun, do Japão, também no dia 9, "a reação dos Estados Unidos ao ataque químico da Síria chocou a China, sugerindo que as forças do Exército Popular de Libertação estariam se movendo em direção ao rio Yalu".O jornal também afirmou que um vídeo havia sido publicado na internet, no entanto, as autoridades chinesas retiraram as informações relevantes, afirmando que a medida foi apenas um direcionamento de uma unidade médica para precaução e casos de emergência.

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Todavia, é muito possível que a China esteja se preparando, caso haja uma guerra, para fechar suas fronteiras, impedindo, assim, refugiados norte-coreanos, ou, também, para avançar no território do vizinho e expandir suas fronteiras. Muitos estão céticos de que o governo chinês venha a aderir uma guerra em favor à Coreia do Norte, porém o fato não deixa de ser extremamente preocupante, não apenas aos Estados Unidos, mas à segurança global.

A situação entre os vizinhos coreanos

A tensão entre as coreias vem crescendo muito nos últimos meses. Seul (capital da Coreia do Sul) tem estado em alerta diariamente após inúmero testes de mísseis intercontinentais pelos vizinhos do norte. Em fevereiro, inclusive, um teste, feito pelo ditador Kim Jong-un, resultou na queda de um míssil em território japonês (mar do japão).

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Em resposta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que iria honrar o acordo de proteção feito com seus aliados asiáticos, aumentando o efetivo militar norte-americano na península coreana. Os americanos também estão cogitando diversas "possíveis medidas" para resolver a situação na região, como o próprio assassinato do ditador comunista Kim Jong-un, a instalação de armamentos nucleares na Coreia do Sul, e, até mesmo, um plano conjunto com o aliado sul-coreano para sabotagem em bases estratégicas do norte.