Quando o mundo vai acabar? De acordo com especialistas britânicos, essa pergunta tem data e a resposta é este ano. Os especialistas informam até a forma como tudo chegaria ao fim, como mostra uma reportagem do site 'Sputnik'. Segundo eles, haverá uma colisão daquelas que, de tão grande, será suficiente para não deixar nenhum ser humano vivo.

Os detalhes dessa colisão mais se parecem com filmes de ficção científica. Os cientistas contam que um corpo celeste extremamente grande vai bater com o planeta terro. O impacto será tão estrondoso que não apenas nós humanos vamos dizer adeus a tudo o que conhecemos, como também outras formas de vida, como os animais e as plantas.

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Assustador, não é mesmo?

Para dar o que falar e aumentar as teorias da conspiração, que vira e mexe tentam descobrir o fim de tudo, os britânicos alegam que isso já tem até data para acontecer. O suposto fim da terra, para ele, pode acontecer ainda neste ano. Até outubro, o tal objeto devastador bateria com o nosso planeta. Muito grande, ele acabaria com casas, ruas e ecossistemas diversos. Cidades como o Rio de Janeiro, no Brasil, Nova York, nos Estados Unidos, e Tokyo, no Japão, simplesmente sumiriam do mapa. Monumentos como as Pirâmides do Egito, que resistem ao passar dos séculos, também deixariam de existir.

O estudo dos britânicos foi publicado em um tabloide de fofocas, o 'The Mirror', e, rapidamente, acabou sendo compartilhado e republicado por diversos outros sites. Os estudiosos que fizeram a previsão assustadora dizem que o corpo celeste que atingirá a terra tem 40 metros de diâmetro.

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Isso é quase o tamanho de um campo de futebol. Quando bater na Terra, tal objeto celeste fará uma enorme cratera na superfície terrestre.

Como o corpo de rocha que vem do universo é muito grande, ele destruiria coisas essenciais para a existência de todos nós, como a camada de ozônio, aquela responsável por deter os raios ultravioletas e que a poluição acabou conseguindo romper parcialmente e elevou a temperatura do planeta. Sem a camada, aconteceriam alterações climáticas, o que provocaria a morte dos organismos vivos no planeta. Pelo menos, é o que os tais cientistas afirmam.

Para corroborar que nem tudo é o fim, um astrônomo da Rússia, Igor Lopin, conta que essas previsões - felizmente - não devem se concretizar. Isso porque, como ele lembra, tudo o que vem do universo muda muito o seu trajeto. Com isso, fica complicado realmente saber se, até outubro, o destino do tal asteroide gigante vai ser mesmo a nossa vizinhança, a Terra. Além disso, mesmo que caísse, um asteroide desse tamanho causaria uma tragédia local e não seria capaz de acabar com tudo. #Ciência