A Coreia do Norte voltou a ameaçar o mundo todo após o lançamento falho de um míssil neste domingo (16), em uma região conhecida como Sinpo. Após os Estado Unidos anunciar uma aproximação cautelar na costa do país, com a chegada de um porta-aviões norte americano, o país de Jin Jong-Un já demonstrou que vai ser bastante ofensivo, caso os estados Unidos se aproximem demais da costa norte coreana. Para ajudar as relações tensas entre os dois países, a China anunciou que buscará algum tipo de intervenção em seu país vizinho. A China é um dos poucos países que possuem relações com a #Coreia do Norte, e nesse momento o país é considerado essencial para as negociações com a Coreia do Norte.

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Um assessor especial da área de segurança do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou à imprensa norte americana que os dois países estavam trabalhando juntos para cessarem o lançamento de mísseis na Coreia do Norte. HR McMaster disse que após a tentativa do lançamento do míssil que deu errado neste domingo, o país está preocupado com o que a Coreia do Norte possa fazer com a aproximação dos Estados Unidos em sua costa.

Um foguete de teste foi utilizado pela Coreia do Norte logo após uma comemoração acontecer no país, que completou 105 anos de existência com um desfile militar nas ruas de Pyongyang. Além de milhares de soldados, o país norte coreano também demonstrou seu poder bélico, desfilando com foguetes e mísseis que foram aplaudidos pela população local.

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A tensão entre os Estados Unidos e a Coreia do norte podem aumentar a qualquer instante, e Donald Trump fez um pedido especial a China para intervir no lançamento de mísseis do país. As intenções dos #EUA são de frear os testes com armas nucleares no país de Jin Jong-Un, pois ele pode apresentar sérias ameaças contra a soberania internacional.

O pedido de Trump à Pequim foi para que o país utilize de sua influência no território norte coreano para conter a crise instalada no país. Como a China é um dos únicos regimes que apoiam a Coreia do Norte, pode ser que o país consiga conter novos lançamentos feitos pela Coreia do Norte, que já demonstrou não ter medo e nem se intimidar diante das ameaças dos Estados Unidos. O país de Jin Jong-Un chegou, inclusive, a enviar um comunicado à Washington, dizendo que, caso os estados Unidos se aproximem demais do país, um ataque acontecerá contra diversas bases militares do país, incluindo um ataque contra milhares de agentes que se encontram na Coreia do Sul.