A marinha dos #Estados Unidos iniciou, na noite desta quinta-feira (6), o lançamento de mísseis Tomahawk contra a #síria. A ordem partiu do presidente Donald Trump, com o alvo sendo a província de Homs, ferindo civis e destruindo uma importante base da Força Aérea síria, força que luta contra os bárbaros do grupo terrorista Estados Islâmico (EI).

A represália, segundo o presidente norte-americano, seria uma resposta ao uso de armas químicas, que supostamente aconteceu no dia 4 de abril em Khan Sheikhoun, deixando uma centena de sírios mortos, incluindo crianças e mulheres. Apesar de vários meios de comunicação apontarem o ataque químico como mais um de falsa bandeira.

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Esses órgãos argumentam que foram mostradas imagens de voluntários do grupo Capacetes Brancos sem proteção e imagens de médicos socorristas que utilizavam contas do Twitter e realizavam chamadas de vídeo enquanto atendiam supostas vitimas. Um jornalista da Orient TV, Feras Karam, também publicou uma mensagem inquietante anunciando uma campanha midiática para denunciar ataques aéreos químicos à província de Hama, 7 horas antes de os ataques começarem.

A mensagem diz: "Amanhã [terça-feira, 4] começará uma campanha midiática para cobrir as intensificações de ataques aéreos do governo sobre Hama e o uso do cloro tóxico que vão ser lançados sobre civis".

As imagens, que mostram o polêmico grupo voluntário Capacetes Brancos atendendo civis, deixam clara a falta de equipamentos de proteção e nem mesmo luvas são usadas para atender as vítimas.

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Esse detalhe chama atenção pelo fato de o gás sarin, arma química supostamente utilizada, afetar os músculos e o sistema nervoso das pessoas que se expõem a ele.

Muitos líderes internacionais, incluindo Donald Trump, culparam o governo de Bashar al-Assad a responsabilidade pelo ataque na província de Idlib, sem nenhuma investigação ter sido iniciada. Por outro lado, o Exército Sírio culpa os grupos terroristas pela ação.

Com esse cenário confuso e sem culpados, a marinha dos Estados Unidos aproveitou para lançar 59 mísseis Tomahawk destruindo a base que, segundo o ministro da Informação da Síria, Ramez Turjman, desempenhava um papel importante na luta contra o grupo terrorista Estado Islâmico.

Segundo o primeiro-ministro da Síria, Walid Muallen, a Força Aérea não utilizou armas químicas contra civis e nem contra os terroristas durante os seis anos de conflito. Isso remete a fevereiro de 1933, quando em Berlim, o Reichstag foi visto como acontecimento crucial para o estabelecimento da Alemanha Nazista, sendo que os alemães utilizaram do incêndio como prova de que os comunistas estavam a começar uma conspiração contra o governo.

Veja um vídeo que mostra o lançamento de mísseis contra a Síria:

#Guerra