Em entrevista veiculada nesta quarta-feira (12) pela Fox News, e conduzida pela apresentadora Maria Bartiromo, o presidente americano Donald Trump informou que os Estados Unidos estão deslocando uma armada – frota composta de navios de #Guerra – para as águas próximas à #Coreia do Norte.

Na transmissão televisiva, Bartiromo perguntou a Trump se ele considerava o líder máximo norte-coreano "mentalmente apto" para governar o país asiático. O presidente americano respondeu que não sabia, pois não conhece Kim Jong-un, mas enfatizou que o ditador "está fazendo a coisa errada" (ao insistir em realizar testes de mísseis nucleares e manter seu programa atômico).

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Trump não revelou os detalhes do deslocamento das tropas navais na entrevista, entretanto, ressaltou que a armada enviada para a Coreia do Norte é "muito poderosa", e que os #EUA possuem "submarinos muito mais poderosos do que porta-aviões". A principal embarcação de guerra que está sendo enviada para a costa coreana é o super porta-aviões de propulsão nuclear USS Carl Vinson, capaz de transportar 90 aeronaves e uma tripulação de mais de seis mil pessoas. Portanto, com essas afirmações, o presidente americano quis enfatizar que seu país está dando uma clara demonstração de força bélica a Kim Jong-un.

Além do porta-aviões, integram a frota que se desloca até a Coreia do Norte dois destróieres (navios rápidos e manobráveis, usados para escoltar outras embarcações maiores pertencentes a uma esquadra) e um torpedeiro.

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Tensões aumentando

Na última terça-feira (11), Donald Trump usou seu Twitter para declarar que a "Coreia do Norte está procurando por problemas", e afirmou que seria muito bom se os chineses se aliassem aos Estados Unidos para ajudar na resolução das tensões. No entanto, o presidente americano pretende agir com ou sem esse auxílio, pois escreveu: "Se a China decidir ajudar, isso seria ótimo. Se não, vamos resolver o problema [com a Coreia] sem eles!".

Em contrapartida, a Coreia do Norte continua a fazer pronunciamentos enérgicos contra os Estados Unidos, alegando, por exemplo, através de seu Ministério de Relações Exteriores, que o país asiático está pronto para "reagir a qualquer modo de guerra desejado pelos EUA".

Além disso, o governo ditatorial de Kim Jong-un também ameaçou os norte-americanos, afirmando que seu "forte e revolucionário exército" está atento a cada movimento do "inimigo", e tem seu aparato nuclear focado tanto na força invasora dos Estados Unidos localizada no Oceano Pacífico quanto no próprio continente americano.