No início da manhã desta última segunda-feira (10), as autoridades portuguesas descobriram um cadáver que estava sendo escondido em uma residência em Almargem de Bispo, Sintra, Portugal. O responsável pelo crime é Pedro Cabrita, de 44 anos, que decidiu ocultar a informação da #Morte da mãe com medo de que ela fosse enterrada. Isso porque o último desejo da senhora era de que tivesse seu corpo cremado quando morresse. Ela é Maria João, de 73 anos, e seu cadáver estava ‘guardado’ em casa por cerca de um mês antes de ser descoberto pela polícia. Sem condições financeiras de arcar com os custos de um funeral e a cremação o homem achou por bem, deixar o corpo em casa até que conseguisse os recursos para poder realizar os ritos de despedida da própria mãe.

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Depois de ser descoberto, já falando à imprensa, Pedro disse que quando pensa retrospectivamente tudo não passou de uma atitude bastante infantil de sua parte. O corpo da aposentada só teria sido descoberto depois que vizinhos foram ajudar o homem que passou mal na porta de casa. Ele teria tipo uma sincope e desmaiado quando saia da residência e uma mulher correu para ajudá-lo. Diante da situação ele decidiu deixá-la entrar em sua casa, qual não foi sua surpresa quando se deparou com o corpo da idosa já em estado de decomposição. Segundo Pedro relatou aos investigadores, ele só teria deixado a mulher entrar na casa, pois pensou que ela desconfiaria que existiria algo errado caso ele se recusasse, mas ela acabou descobrindo de qualquer maneira que ele ocultava o cadáver da própria mãe.

De acordo com os investigadores o homem sofre de distúrbios mentais.

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Vizinhos relataram que ele sempre teve doenças psiquiátricas fazendo com que seu comportamento fugisse um pouco da normalidade. Dado que foi confirmado em entrevista pelo próprio Pedro. Ele relatou que já teria tentado se matar duas vezes, e sabe de sua labilidade emocional e a sua dificuldade de lidar com os sentimentos. Algumas pessoas próximas à família chegaram a cogitar que seria o mesmo que teria matado a própria mãe para poder ficar com a sua pensão e aposentadoria. Bastante franco Pedro nega que tenha tirado a vida da idosa. Pelo contrário, segundo o mesmo ele sempre quis ter uma vida independente para não usufruir do dinheiro dela, ainda falou que não faria sentido matar uma pessoa que ele amava por causa de míseros quatrocentos euros que é o valor que ela recebia o equivalente a cerca de mil e duzentos reais. Ele disse que só fez o que fez para tentar cumprir o último desejo da mãe, e que agora não tem medo das investigações, e sim que as autoridades a enterrem ao invés de cremá-la como ela queria.