Para a maioria dos #pais, o nascimento de um filho é a maior alegria que pode se desejar. Porém, Keri e Royce Young estavam sabendo já há algum tempo que seu momento pós-#parto jamais seria tão feliz assim. Em dezembro de 2016, eles ficaram sabendo no ultrassom que sua filha não tinha cérebro e que nunca sobreviveria fora do útero. Apesa disso, eles mantiveram a gravidez até o final, com a esperança que a bebê nascesse viva e que pudesse doar os seus órgãos para que outros #Bebês pudessem viver.

No entanto, foi com dor e devastação que estes pais receberam a notícia que a menina nasceu morta. Eles nem puderam segurar ela uma única vez com vida, e essa dor junto com o cansaço e exaustão de uma gravidez que se revelou muito dura, fez com com que estes pais reagissem desta forma tão emocionante.

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Quando a enfermeira entrou no quarto com a bebê, eles não seguraram a emoção e se desesperaram chorando, em imagne sdevastadoras, que estão se tornando virais.

Quando souberam que a bebê não iria sobreviver, eles decidriam chamar-lhe de Eva, que significa "doadora de vida", e Keri passou os restantes meses de gestação, sentindo sua bebê chutar dentro dela, sabendo que ela nunca iria chutar uma bola - ou seu irmão mais velho - como ela nunca viveria mais de 36 horas. Porém, aquela possibilidade da menina morrer, mas dar o dom da vida a outra família que estava sofrendo, deu a coragem a esses pais, para continuarem em frente.

Quando Keri estava grávida de 37 semanas, ela parou de sentir Eva chutar. Foram em um hospital próximo, em Oklahoma, EUA, onde foram informados que que não existia batimento cardíaco.

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De um momento para o outro, a bebê morria, antes que eles pudessem conhecê-la e a opção de doar os órgãos, todo o propósito que os levou a passar meses de agonia, tinha desaparecido.

"Nós tínhamos tentado fazer tudo certo, tentado pensar nos outros, tentado dar todos os passos possíveis para que isso funcionasse, e não aconteceu, não houve doação de órgãos", contou o pai, Royce, em declarações para o jornal Mirror. Keri foi, então, induzida para que pudesse dar à luz, e Royce descreve essas como "as horas mais sombrias e dolorosas de nossas vidas". Para ele, a pior parte era que ele não conseguia ver sua filha viva, mesmo por cinco minutos: "Eu só queria segurar minha menina e ver seu peito subir e descer. Eu só queria ser seu pai, mesmo que apenas por alguns segundos".

No entanto, três minutos depois da menina nascer, o médico recebeu um telefonema da organização doadora LifeShare, que lhe disse que tinham um destinatário para os olhos de Eva. Royce descreve-o como "o melhor momento de sua vida". Ele e sua esposa choraram lágrimas de felicidade. Eva poderia ser um super-herói, afinal.