Um homem identificado como Sipho Ndebele, de 31 anos, morador da cidade de Nkayi, no Zimbábue, viajou mais de 160 quilômetros em estradas irregulares até um hospital para passar por uma cirurgia que durou mais de 14 horas para a retirada de um machado preso na sua cabeça. Segundo informações da mídia local, os médicos que fizeram a cirurgia no homem relataram que ele teve sorte de ter sobrevivido. Segundo os médicos, o machado preso em seu crânio estava a milímetros do seu cérebro e veias vitais.

Conforme informações da polícia local, o homem foi agredido por outro homem identificado como Adam Ncube, de 20 anos, por volta das 10 horas da manhã de segunda-feira (10), logo após a vítima ter pedido para o agressor tomar conta do seu gado.

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O pedido foi recusado. Em seguida os dois homens começaram uma briga até que, em determinado momento, o acusado desferiu uma machadada na cabeça da vítima. O acusado fugiu do local após cometer o #Crime. Moradores da localidade socorreram a vítima.

Funcionários de um hospital do distrito de Nkayi disseram que não tinham capacidade de remover o machado e encaminharam-no para o Hospital Central de Mpilo, que fica a 150 quilômetros de distância. Os médicos de Mpilo removeram o machado 14 horas depois, em uma operação. A vítima foi encaminhada para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e recebeu alta hospitalar na quarta-feira. Em uma entrevista concedida para meios de comunicação locais, a vítima relatou que os médicos haviam lhe dito que era um milagre o machado não ter atingido os seus vasos sanguíneos vitais, o que poderia ter conduzido a um sangramento no cérebro que causaria a sua morte.

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"Eu realmente não consigo me lembrar muito, eu entrava e saía da consciência a maior parte do tempo. O que eu me lembro é a dor terrível. Os médicos disseram que a operação era tão delicada que qualquer pequeno erro levaria à morte. Eles disseram que, se o machado tivesse movido uma fração de um milímetro, mais fundo, ou à esquerda ou à direita, eu poderia ter morrido ", disse a vítima. O porta-voz da polícia do norte de Matabeleland, o inspetor assistente Eglon Nkala, disse que o acusado havia sido preso pela polícia no mesmo dia e que estava colaborando com as investigações. #Investigação Criminal #Casos de polícia