Um parto atípico. É essa a história do nascimento do filho de Amelia Bannan, uma argentina que está fazendo o mundo se emocionar. Nesta quarta-feira, 19, o jornal 'El País' contou a história dela e impressionou muita gente. Isso porque ela somente viu o filho três meses depois do seu nascimento. Período que ela ficou em coma. Amelia é uma policial de 34 anos de idade. O filho dela, Santino, vai ouvir muito a história de seu parto. A vida da policial argentina começou a mudar quando ela sofreu um grave acidente de carro. Ela já estava grávida de seis meses de Santino. A gravidez se tornou de risco e ela ficou em coma por muito tempo.

Felizmente, como já estava no sexto mês de gestação, o feto já estava formado.

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Ele também não sofreu nada e continuou a crescer na mais completa normalidade. Apenas no fim do ano passado, a criança nasceu. No parto, mesmo inconsciente, Amélia abriu os olhos. As contrações do parto a fizeram ter fortes contrações. O fato de ela acordar chama a atenção, mas ela não tinha qualquer comunicação e estava inconsciente. Santino nasceu apenas um pouco abaixo do peso, com 1,8 Kg. Apesar disso, ele não teve qualquer complicação. A mulher não viu o seu filho nascer. Ela permaneceu sedada e em coma.

Veja abaixo uma das publicações feitas pelo 'El País' sobre o caso envolvendo essa mãe que está emocionando o mundo:

Após quase quatro meses do nascimento de Santino (três meses e meio), a mãe argentina abriu os olhos e voltou a falar. O irmão mais velho de Amelia (não teve o nome revelado na reportagem) diz que ficou muito emocionado quando viu sua irmã acordar.

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Ele diz que ficava na clínica sempre contando histórias para Amélica, como, por exemplo, como estava o seu filho. No entanto, em determinado dia, ele perguntou se ela o podia ouvir e ela respondeu com um inesquecível 'sim'. "Foi uma emoção", diz ele ao lembrar o momento emocionante após três meses de muita aflição.

"A sua capacidade de comunicação tem melhorado cada vez mais", diz o irmão de Amélia, que pondera ao revelar que ela ainda corre riscos, mas que tem ficado melhor a cada dia. A policial não se lembra de estar grávida. Ela só se lembrava de coisas bem antigas. O primeiro encontro com a criança a confundiu e a fez pensar que Santino era o seu sobrinho, mas o afeto falou mais alto e hoje ela tem uma recuperação mais rápida, toda vez que a criança faz visitas ao hospital.

E você, o que achou da história contada nessa reportagem? Deixe o seu comentário. Ele é sempre muito importante para todos nós e ajuda no diálogo de temas relevantes para a sociedade. #relatos #É Manchete!