Sheila Griffin, de 36 anos, sofreu graves acusações que lhe provocaram uma perturbação que foi fatal. A mulher tinha quatro #Filhos e foi acusada de ter relações sexuais com um menino menor de idade. Em tribunal, foi absolvida por essas acusações, mas acabou perdendo a guarda dos filhos para o ex-marido. Após as crianças se mudarem para a casa do pai, ela lutou contra a depressão e teve quatro overdoses, antes de ser encontrada morta, em Manchester, na Inglaterra.

A mulher já havia culpado a Justiça e esse inquérito pelo seu mal estar, quando esteve internada em uma clínica psiquiátrica. A verdade é que Sheila nunca mais se recuperou depois dessas falsas acusações, que a acabariam levando ao #Suicídio.

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Acusada de crimes sexuais

A vida de Sheila tem um antes e um depois da separação. A mulher, que tinha 36 anos, conheceu Chris com apenas 14 anos. O relacionamento durou 18 anos, até que eles se separaram, em 2012. Pouco depois, ela foi acusada de manter atividade sexual com uma criança e teve que enfrentar julgamento no tribunal de Manchester. O processo só terminou em 2014, quando ela foi considerada inocente.

Perdeu a guarda dos filhos

Enquanto o processo durou, os meninos foram entregues para Chris, o ex-marido, que acabou beneficiado de todo esse processo na Justiça. Tudo isso acabou perturbando mais ainda esta #mãe, que estava se debatendo com falsas acusações e sem poder contatar seus filhos como desejaria.

"Como resultado de Chris ficar com a custódia completa das crianças, Sheila começou bebendo mais e ficava tomando analgésicos.

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Depois disso, Sheila teve dificuldades em manter contato com as crianças. Chris tornou tudo mais difícil para ela", contou Sheila Noakes, a avó da mulher, em tribunal.

A falta de contato com os filhos acabou derrubando esta mulher, que não conseguia lidar com a falta dos filhos, mas também se sentia impotente, sem poder fazer nada para se defender.

"Ela nem teve a chance de lutar pelos filhos", comentou a avó, a quem doeu muito ver a neta sofrendo desse jeito e arruinando sua própria vida por motivos tão injustos.

Família aponta culpados para o suicídio

A famíia de Sheila está agora em tribunal lutando por Justiça, depois da maneira como ela foi prejudicada e conduzida a uma situação difícil, com a qual ela não conseguiu lidar. No tribunal, o legista Peter Sigee concluiu que Sheila cometeu suicídio, e expressou suas "condolências e simpatias a toda a a família e amigos". No entanto, a família alega que existem culpados nesta morte e que ela foi levada ao suicídio, pela forma como a trataram nos inquéritos das acusações de crime sexual e na custódia dos filhos, um trauma que ela não conseguiu superar.