Um homem foi a julgamento acusado por violar repetidamente a #Filha de doze anos de sua companheira, até deixá-la grávida. Alegadamente, seria mesmo essa a ideia. O casal pretendia ter um filho e a mulher estava estéril. Juntos, concordaram em usar a menina como barriga de aluguel. Para isso, o padrasto abusou várias vezes da criança, que acabou mesmo por dar à luz esse bebê, em Warwick, na Inglaterra.

A #mãe da menina havia sido esterilizada e eles decidiram usar a filha como "mãe substituta". A menina engravidou, após vários abusos sexuais, e depois que a menina teve o bebê, o neném foi levado por assistentes sociais. A mãe falou em "dádiva de Deus", mas a menina acabou contando tudo, na escola, para uma professora, acusando a mãe e seu parceiro.

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A menina contou que foi "sacrificada" pelo casal, que teria por volta dos 30 anos. Os dois acabaram sendo detidos e investigados pela polícia. Ele admitiu duas acusações de estupro e foi condenado a uma pena de 18 anos de prisão, no tribunal de Warwick. A mãe da menina também foi presa por seis anos, depois que ela se declarou culpada de conspiração para estupro e crueldade infantil.

Segundo o juiz Andrew Lockhartdisse: "Este não foi apenas um caso de estupro, mas estupro com a intenção de garantir a gravidez de uma criança de 12 anos de idade".

O casal, que não está sendo nomeado, para proteção da criança, havia se conhecido pela internet. E foi a mãe quem encorajou a menina a ter relações sexuais com o seu namorado, para terem um bebê.

No tribunal, foi revelado que a mãe "tirou proveito da menina, para conseguir seus próprios fins", depois que a criança acabou confessando tudo o que tinha acontecido, nos meses antes.

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A pré-adolescente contou que a mãe queria que ela ficasse grávida, o que ela acabou confirmando quando descreveu esse bebê como uma "dádiva de Deus".

A menina contou para um assistente social que o parceiro da mãe era o pai do seu bebê. Inicialmente, ele ainda teria negado as acusações de estupro, dizendo que a criança havia engravidado por inseminação artificial, quando a mãe havia inseminado a menina com o sêmen do parceiro.

No entanto, no primeiro dia de seu julgamento, ambos mudaram seus argumentos para culpados, o que levou a essas penas de 18 e seis anos de cadeia. #Abuso Sexual