Jamelle Peterkin, de 23 anos, está sendo acusada de crimes muito graves contra seu filho, um bebê de apenas um ano de idade. A mulher teria cometido várias torturas contra o menino, que filmava para atormentar o ex-companheiro, que estava seguindo sua vida com uma nova namorada. Por vingança, Jamelle foi capaz de variadas atrocidades, como queimar o menino com um cigarro ou deixá-lo sufocando com um saco de plástico em sua cabeça. Foi a tia da criança quem denunciou o caso perturbador.

No tribunal de Houston, no Texas, ela foi acusada, nesta segunda-feira, de colocar em perigo uma criança, depois de analisados vários vídeos em que ela abusava fisicamente do menino, a quem teria provocado muita dor.

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Uma tia do menino, Ra'Neicha Broadnax, disse que nos últimos dias ela tinha visto os vídeos e fotos de Peterkin, e que viu também a criança sendo esbofeteada e queimada com um isqueiro.

Broadna disse que apenas viu os vídeos no dia 13 de abril, e Jamelle teria falado que estava zangada com a nova namorada do pai do bebê. As autoridades confirmaram os vídeos e viram vários maus-tratos contra esse menino, de acordo com as informações do jornal Daily Mail. Alguns vídeos também foram colocados no Facebook pela tia do menino.

Nos registros em que o tribunal teve acesso, esta #mãe teria colocado um saco de plástico na boca do menino, teria colocado um saco em redor de sua cabeça e queimado o menino com cigarro e isqueiro.

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Nos vídeos, a mulher ficaria dizendo coisas como: "Isso é muito ruim, eu me senti da mesma maneira quando seu pai me deixou", falava ela para o menino.

Em uma mensagem enviada para o pai da criança, ela dizia que iria "continuar jogando", para ver o quanto ele queria ficar com a nova namorada, deixando entender que iria continuar com os abusos, até que ele largasse a nova companheira.

Foi a tia do menino quem fez a denúncia para a polícia, depois que teve conhecimento dos vídeos e imagens. Ela desconhecia o que estava se passando, até que estava com a namorada do irmão, quando as duas foram "bisbilhotar" o celular do irmão, que estava preso nesse momento. No celular, ele teria mais de 300 mensagens e 64 vídeos de Peterkin, que elas foram ler, quando viram os maus tratos à criança.

Broadnax ligou para a polícia, precoupada com o bem-estar do sobrinho.

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Na creche, não notaram nada com o bebê, mas, pelos vídeos, a polícia teve que agir, retirando a criança e detendo a mãe. Peterkin acabou admitindo que tinha feito isso há três meses, mas que já tinha parado e, por essa razão, o menino não teria marcas de violência. Ela contou que fez isso porque o pai do menino "não queria saber dele".

Peterkin foi liberada após pagamento de 15 mil dólares, mas deve se manter afastada do filho, de quem não se sabe o que vai acontecer no futuro, tendo em conta todas as complicações com a sua família.

Assista ao vídeo:

#Bebê #tortura