Um casal foi preso acusado de planejar um #Estupro contra a filha de 12 anos na cidade de Warwickshire, no centro da Inglaterra. Depois de negar as acusações, o padrasto confessou o crime durante o julgamento nessa segunda-feira (3). As informações são do jornal Coventry Telegraph,

O plano foi arquitetado pela própria mãe com a justificativa de estava impossibilitada de ter novos filhos, uma vez que teria feito laqueadura - procedimento de esterilização que tem como objetivo impedir que a mulher consiga engravidar. O médico da família havia informado que a ligação não poderia ser revertida. Segundo as investigações, a vítima foi monitorada pela própria mãe para garantir o melhor momento da adolescente engravidar.

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Depois do terceiro abuso, o médico da família confirmou a gravidez da garota. Na ocasião, a mãe contou que a menina havia tido relações sexuais com um rapaz após dormir na casa de um amigo. Depois de todo acontecimento, a verdade veio à tona assim que a menina contou ao professor que seu padrasto havia lhe abusado sexualmente.

De acordo com o juiz Andrew Lockhart QC, o réu havia abusado da adolescente por pelo menos três vezes. A dupla havia negado as acusações do crime, mas o padrasto declarou-se culpado durante o seu julgamento em Warwick Crown Court.

O promotor Steven Bailey ressaltou que, assim que se separou do pai da vítima, a mulher desenvolveu um namoro com uma "atmosfera pouco saudável" na casa onde moravam. Ela, inclusive, ainda defendia o réu dos maus tratos contra as crianças.

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O juiz também contou que tanto a garota, quanto a bebê, não terão direitos de se serem criados por sua própria mãe.

Prisão dos acusados

O magistrado argumentou que o acusado representaria perigo para as vítimas, condenando-o a 18 anos de prisão. Do total, ele terá que cumprir pelo menos 12 anos. Mesmo assim, o acusado só será libertado depois que a Junta de Liberdade Condicional considerar seguro a soltura do acusado. A mãe da menina também foi presa por seis anos e três meses. Diferente do seu marido, ela não se registrará como ofensora sexual. #Abuso Sexual #Maternidade