Segundo um comunicado oficial realizado no sábado (08) pela Terceira Frota da marinha dos Estados Unidos, um enorme contingente de navios americanos de #Guerra está se dirigindo rumo à Península da Coreia, a fim de ser realizada uma demonstração de força. Isso, em resposta às contínuas provocações do ditador norte-coreano, Kim Jong-un, que recusa cessar o seu programa nuclear, insistindo, também, em testar foguetes de longo alcance, como o realizado no início deste mês.

Ainda, durante a última semana, o presidente dos #EUA, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, encontraram-se no estado da Flórida. No encontro, o presidente americano insistiu para que o líder chinês prestasse auxílio na contenção do programa nuclear norte-coreano.

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Antes do encontro, os assessores de segurança nacional dos Estados Unidos, elaboraram diversas "possíveis medidas" para encerrar o programa nuclear do ditador coreano, incluindo o seu assassinato, no entanto, os americanos parecem ter preferência pelas sanções econômicas como forma de punir o ditador, principalmente, contando com a ajuda da China, o maior aliado da #Coreia do Norte, que, até hoje, fornece muito dinheiro à ditadura comunista. Assim, a revisão das "possíveis medidas" prioriza os passos menos arriscados à segurança global, desestimulando uma ação militar direta.

Durante este ano, os líderes norte-coreanos, incluindo Kim Jong-un, fizeram inúmeras ameaças, informando que estavam próximos de possuir um foguete intercontinental ao mesmo tempo em que realizavam vários testes.

O grupo de ataque Carl Vinson

De acordo com a declaração da Terceira Frota da Marinha, o grupo de ataque, chamado Carl Vinson, saiu de Cingapura e está navegando em direção à península coreana.

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O grupo é composto por diversos navios de guerra e, inclusive, um porta-aviões poderosíssimo, o que significa que haverá uma intensa demonstração de poder por parte dos EUA.

"Sentimos que o aumento da nossa presença é necessário", disse um funcionário a Reuters, que preferiu ficar no anonimato. Ele também informou que os navios tinham a rota original destinada à Austrália, entretanto, zarparam em direção ao norte.

Na sexta-feira (07), Trump entrou em contato com o presidente da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn, informou à Casa Branca durante um comunicado no sábado (08).Todavia, o comunicado não mencionou a movimentação das frotas marinhas.