Um médico disse a uma mulher que sofre de esclerose múltipla que ter relações sexuais com ele era a melhor forma dela se curar. "Confie em mim, eu sou um médico", disse para a paciente. Segundo informações, o médico, identificado como Kwame Somuah-Boateng, de 43 anos, está sendo acusado no tribunal de ter um relacionamento extraconjugal com a paciente, alegando que se a mulher tivesse relações sexuais com ele, seria bom para ela. Segundo o acusado, isso ia estimular os músculos das suas pernas. As relações eram feitas no quarto onde a mulher estava internada.

O doutor sempre alegava que era para ela confiar nele, pois ele é médico e sabia o que estava fazendo e que o sexo ajudaria ela a ter sua sensibilidade nas costas.

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Segundo informações da mídia local, o acusado também levou a mulher para um batismo e prometeu que ia se casar com ela e ter uma ter um filho, apesar do fato dele já estar casado e ter duas filhas. O caso terminou quando a mulher, que tem 30 anos, descobriu que poderia estar grávida do acusado.

O doutor disse para a vítima que sua esposa ‘mataria’ o bebê caso descobrisse que ele tinha um filho fora do casamento. Conforme informações, quando a paciente foi diagnosticada com esclerose múltipla, o Dr. Somuah-Boateng, que é um urologista, a confortou e aconselhou-a sobre sua condição.

"Alguns dias depois ele me ligou. Ele me convidou para um batismo e disse que ele iria me pegar. Quando eu estava prestes a dar-lhe o meu endereço ele disse: Eu já tenho de seus arquivos. A primeira vez que eu fiz sexo com o doutor ele me disse: Confie em mim, eu sou um médico, isso vai ajudar você a recuperar sua sensibilidade.

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Eu queria ter relações sexuais com ele porque achei que isso ajudou", disse a mulher em audiência.

De acordo com informações, a mulher afirma ter descoberto que o conselho do Dr. Somuah-Boateng era falso quando ela foi se consultar com um médico diferente. "Na época eu achava que o relacionamento era normal. Ele me fez sentir segura e me fez pensar que eu não podia falar com a família ou amigos sobre minha condição e me disse para não pesquisar na internet", disse.

O Dr. Somuah-Boetang nega de ter tido contato sexual com a paciente e de lhe fornecer qualquer medicamento prescrito. Ele foi julgado em 2015 por tentativa de estupro e agressão por penetração, mas foi inocentado pelo júri. O tribunal contínua. #Crime #Investigação Criminal #Casos de polícia