Analee Gibney, de 24 anos, foi avisada para levar sua filha recém-nascida para casa, porque os médicos não têm nada mais a fazer pela menina. A pequena May Rose nasceu com uma condição rara, em que o cérebro se desenvolveu fora do crânio. A bebê nasceu há seis semanas e está agora em casa, na Irlanda do Norte, recebendo cuidados paliativos. Porém, esta #mãe se recusa a aceitar seu destino e está depositando suas esperanças em um tratamento pioneiro em Boston, nos Estados Unidos.

Esta condição rara de May Rose foi revelada na 20ª semana de gestação e, desde esse momento, Analee não desfrutou mais de sua gravidez. Ela sentiu todos os seus sonhos quebrados e nunca comprou nada para sua filha, nem celebrou quando sentiu sua bebê chutar pela primeira vez.

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Sua felicidade foi substituída por um horror que ela guardava para si mesma, apenas sofrendo pela bebê que lhe disseram que ela nunca teria, pela gravidade do problema que ela apresentava. "Eu estava com o coração partido e aterrorizado desde o momento em que me disseram que ela não sobreviveria. Foi um inferno, mas olhe para ela agora, ela está com seis semanas hoje e ela está fazendo tudo o que eles disseram que ela não faria", disse Analee, em declarações citadas pelo jornal britânico Mirror.

Por muito que os médicos digam que a menina não vai conseguir, Analee não perde a esperança. "Eu não vou desistir, eu quero ter certeza de fazer tudo que posso para ajudá-la, para ver se há algo que eu possa fazer para salvá-la. Se os médicos estão certos que eu tenho que dizer adeus, então eu posso fazer isso sabendo que não havia nada mais que eu poderia ter feito por ela.

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Eu a amo tanto. Toda vez que a vejo me sinto dominada pelo meu lindo milagre", disse ela.

Analee contou sobre a dor com que viveu sua primeira gravidez e que chorou muito a primeira vez que escutou May Rose chorar. "Era um som que eu me tinha preparado para nunca escutar", afirmou.

Entretanto, a menina foi mandada para casa, para junto de sua família, para "morrer pacificamente". Os médicos dizem que não há mais nada que eles possam fazer, mas Analee está determinada em levá-la a outros especialistas para ver o que eles podem fazer.

A mãe quer fazer uma angariação de fundos necessários para levar May Rose até Boston, que é considerado um centro de excelência para o tratamento desta condição rara. Há casos em que as crianças podem viver por anos, como um na América, onde um jovem está agora com 25 anos de idade.

"Eu não quero pensar no futuro que eu não fiz tudo que eu poderia fazer para a minha bebê.

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Eu tenho pesquisado outros casos e sei que, mesmo com tratamento, ela nunca ficará bem, mas eu não posso explicar. É tão difícil porque eu simplesmente a amo e não consigo imaginar uma vida sem ela", revelou esta mãe, entre lágrimas.

"May Rose é a mais perfeita das bebês", diz Analee, que tem se adaptado muito bem cuidando dela. A menina dorme bem, se alimenta bem e quase não chora. Sua mãe diz que não poderia ser mais fácil tratar dela. O problema é esta condição rara, muito difícil de reverter.

#AnaleeGibney #MayRose