Uma #Família revelou as fotos de suas gêmeas siameses, que nasceram depois da mãe ter desafiado os médicos, que recomendavam que ela terminasse a gravidez. Chelsea Torres, de 22 anos, deu à luz Callie e Carter com 37 semanas de gestação. O parto foi por cesariana, após uma gravidez difícil. As meninas estão bem de saúde, mas não deverão ser separadas, de acordo com os médicos no hospital de Houston, nos Estados Unidos.

Foi como um milagre para Chelsea e o marido Nick, também de 22 anos, quando as bebês nasceram bem. Os médicos haviam alertado a família de que as crianças provavelmente não sobreviveriam além das 11 semanas de gestação.

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No entanto, três meses depois do nascimento, os médicos estão dizendo que elas estão bem e que não precisam de cirurgia de separação.

As estatísticas até dão alguma razão para os médicos, porque entre 40 e 60% cento de todos os gêmeos siameses nascem mortos. Dos que sobrevivem ao parto, são pouco mais de um terço os que resistem mais do que um dia, de acordo com os dados da Universidade de Maryland. Por essas razões, os médicos haviam sugerido que a mãe abortasse, assim que perceberam que eles estavam unidos.

Callie e Carter nasceram e fazem parte de um tipo raro de gêmeos #siameses. As meninas têm apenas duas pernas e uma pélvis, mas têm dois torsos separados, que se enfrentam. Devido ao tipo de condição, elas não compartilham nenhum órgão vital e, por isso, elas vão continuar juntas, porque seus órgãos vão conseguir mantê-las vivas.

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"Os médicos dizem que as meninas são tão saudáveis ​​que não recomendam a separação", contou a mãe das menininhas. Separar gêmeos siameses é um procedimento arriscado e frequentemente resulta na morte de pelo menos um dos bebês. As complicações potenciais incluem coágulos sanguíneos, infecções e problemas cardíacos.

Os médicos costumam avançar com essa cirurgia de separação quando a qualidade de vida dos bebês for tão má que faça valer a pena correr o risco. Também os pais têm uma palavra a dizer sobre a cirurgia, e Chelsea e Nick estão concordando com a decisão dos especialistas.

Finalmente em casa, eles ainda estão se adaptando a suas novas vidas, como revelou a mamãe. "Suas roupas e assentos de carro são completamente diferentes. Nós temos que costurar suas roupas e o assento de carro é feito sob medida", explica Chelsea.

Apesar de algumas pessoas ficarem olhando fixamente para as meninas, na rua, a mãe acrescenta que a maioria é solidária. "Todos em nossa cidade natal são solidários e conhecem nossa história", afirma.

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Apesar de todo o nervosismo da gravidez, Chelsea conta que, logo após o parto, ela se sentia "estranha", mas "extremamente feliz", por ter suas meninas nos braços. "Estou tão feliz por não ter abortado. Callie e Carter são incríveis", diz Chelsea, em declarações citadas pelo jornal britânico Daily Mail.

Veja as fotos das meninas:

#Gêmeas