A história continua e o alarde social pressiona a comunidade internacional a dar uma solução rápida sobre a questão da Coreia do Norte. É intrínseco perceber que era questão de tempo para o impasse sobre a situação de um país em que não há um mínimo de liberdade, nem sequer motivação para crescimento. A questão é que depois da entrada do novo presidente americano, os ânimos se exaltaram, tanto da parte de Trump, como do inconveniente ditador coreano que não para de testar a paciência dos países ao seu redor. É fato que com os últimos acontecimentos, inclusive do dia 25 deste mês, em que houve o maior teste de artilharia de longo alcance na comemoração do 85º aniversário do exército norte-coreano, a comunidade internacional tenta vincular alguma forma ou meio para desarticular os devaneios militares que a Coreia do Norte comete .

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É bom lembrar que, em 1950, apoiada pela República Popular da China e pela antiga União Soviética, a Coreia se manteve em pé e conseguiu criar o estado independente com política comunista totalitarista, criando uma divisão entre duas Coreias pelo paralelo 38, uma comunista e outra capitalista. O real problema percebido não é se o país é fechado ou se há trabalhos similares à escravidão, mas sim por ter desenvolvido, ao longo das décadas, um arsenal nuclear exclusivamente para dois fins, destruir os Estados Unidos da América e demonstrar poder para quem se opuser ao regime.

"O que se pretende não é uma sociedade perfeita e sim melhorias possíveis", concordando com o ilustre geógrafo brasileiro Milton Santos, é sabido que de algum modo urgente os países como Japão ,EUA, Coreia do Sul , irão tomar medidas.

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Não à toa que Trump conversou com o ministro japonês Shinzo Abe, nesta terça-feira (25) e acabaram chegando ao acordo de enviar navios de guerra dos dois países para próximo da costa norte-coreana, a ponto de se prevenir de um possível ataque balístico .

A ascensão da possível guerra não veio ainda, pois não houve ataque de ambas as partes, mas com o clima bastante instável que se percebe, tanto pelos países envolvidos como pelos países à espreita, basta uma simples faísca para que haja o estopim e, provavelmente, uma guerra extremamente perigosa. O mundo de tantas incertezas espera por um fim nestes conflitos, mas o fim é bastante duvidoso. É cabível falar não apenas do fim de um conflito mas o fim, até mesmo de milhares de vidas, ceifadas pela guerra dos poderosos . #estopimparaguerra