Um homem está enfrentando múltiplas acusações de abuso sexual por supostamente ter abusado sexualmente da própria filha de 2 anos e transmitir o abuso ao vivo em redes sociais. O acusado, que não foi identificado, tem 28 anos e mora em Lubeck, cidade no Norte da Alemanha. Além do pai da vítima, outro homem de 47 anos, que é conhecido do acusado, também está sendo acusado de violentar sexualmente a criança várias vezes.

De acordo com informações do portal de notícias TZ, os suspeitos deverão comparecer no tribunal na próxima semana por abuso sexual grave contra uma criança. Conforme informações do promotor Christian Braunwarth, divulgadas na quarta-feira (19), o pai abusou sexualmente da filha nove vezes desde o verão de 2016 até o momento de sua prisão em novembro passado.

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Ainda de acordo com o promotor, em três ocasiões o abuso incluiu #Estupro e em outras duas vezes ele quase matou a vítima durante os abusos.

De acordo com Christian Braunwarth, os dois homens filmaram os abusos e transmitiram ao vivo através de uma rede de bate-papo na dark web, que mascara os endereços IPs dos usuários. Segundo o promotor, a rede incluiu cerca de 50 participantes.

De acordo com a polícia, a criança sofreu um trauma grave como resultado dos abusos e agora está sob a custódia exclusiva de sua mãe, que desconhecia as agressões sexuais. Acredita-se que os abusos ocorreram quando a mãe da criança estava dormindo ou quando ela estava no seu trabalho.

O horrível caso veio à tona em novembro de 2016 e chamou à atenção dos serviços de proteção à infância depois que o pai acusado relatou que ele conheceu um homem em um site de namoro online.

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Ele havia enviado várias fotos e vídeos do abuso através do WhatsApp e no Messenger.

O homem alertou as autoridades de proteção à infância que, por sua vez, notificaram a polícia. O pai foi preso três dias depois. Segundo informações dos promotores, o acusado confessou ser o autor de algumas das acusações contra ele.

Durante os trabalhos de investigações, na casa dos acusados foram descobertos instrumentos que supostamente teriam sido usados para amordaçar a vítima. A investigação inicial ampliou para incluir mais suspeitos que participaram da rede de bate-papos ao vivo, alguns dos quais, segundo os promotores, encorajaram os homens a realizar certos atos contra a criança, bem como outros que receberam as imagens de pedofilia. #Investigação Criminal #Casos de polícia