Um dos capítulos mais obscuros da história moderna mundial é o dia 11 de setembro de 2001, quando as torres gêmeas, em Nova York, centro nervoso dos EUA, vieram abaixo após a colisão e explosão de 2 aviões. O governo dos #Estados Unidos atribui a autoria do atentado ao saudita #Osama bin Laden, líder do maior grupo terrorista da época, a Al-Qaeda.

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Anos depois da destruição dos prédios que comoveu o mundo, integrantes da força de elite da Marinha dos EUA, a famosa Equipe 6 dos SEALs, atiraram mortalmente contra Osama, que morava escondido em uma casa no Paquistão, na região fronteiriça com o Afeganistão.

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Robert O'Neill e Matthew Bissonnette foram os 2 militares da Equipe 6 que promoveram a façanha de ter matado o inimigo número 1 dos norte-americanos.

Como é bem típico nos Estados Unidos, o ex-soldado O'Neill, narrou a sua própria versão dos acontecimentos em um livro recém-lançado, cujo título é "O Operador". De acordo com as revelações do militar, o objetivo da missão era encontrar uma edificação de 3 andares na qual residia bin Laden, no local conhecido como Abottabad.

Robert revelou que Khalid, um dos filhos de Osama, se encontrava no 2º andar da construção, portando um AK-47. Os norte-americanos falaram em tom baixo em direção ao rapaz: "Khalid, venha aqui". Pronto, essa foi a deixa para que Khalid surgisse e recebesse inúmeros disparos no rosto. O'Neill e um outro militar subiram rapidamente ao 3º andar da casa, adentraram o quarto de bin Laden e prenderam duas mulheres que lá se encontravam, pois temiam que elas usassem cintos recheados de explosivos.

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Foi justamente nesse meio tempo que Robert O'Neill disparou contra Osama. O'Neill dá detalhes do assassinato do saudita, dizendo que atirou duas vezes sobre o ombro direito de uma das mulheres, repartindo a cabeça do terrorista, que automaticamente foi ao chão.

Na seqüência o governo de Washington cantou vitória e proclamou ao mundo que, por meio da operação chamada de "Gerônimo", Osama bin Landen tinha sido morto pelos marinheiros norte-americanos; todavia, o que causa questionamentos e dúvidas em muitos é que praticamente ninguém foi testemunha da divulgação de registros fotográficos dos restos mortais de bin Laden.

O portal “Sofrep”, do cientista político e ex-militar Jack Murphy, disse em uma matéria que as fotos não foram repassadas para o grande público porque, se isso fosse feito, certamente a reputação dos SEALs seria questionada, uma vez que, após bin Laden estar inerte, os soldados dispararam mais de 100 vezes contra o corpo. Para Murphy é algo moral, ético e legal disparar mais vezes contra alguém que não se rendeu, mesmo que já esteja caído no solo, a fim de se ter certeza de que realmente o inimigo morreu.

Será que Washington só quis evitar um escândalo de proporções internacionais ou há algo de mal contado em toda essa epopeia de terror e #Morte de Osama bin Laden?