A Rússia realizou ofensivas aéreas na região central da Síria de 20 de março a 3 de abril, com finalidade de romper simultaneamente a ofensiva da oposição e promover a radicalização da oposição armada. A filial #síria da Al Qaeda e um contingente de grupos de oposição apoiados pelos EUA apoderaram-se de pelo menos quinze cidades no norte, na província de Hama, de forças pró-regime de 21 a 23 de março, avançando dentro de quatro quilômetros de cidade de Hama. Em resposta os aviões russos alvejaram parte do terreno central da oposição que liga as províncias do norte de Hama e do sul de Idlib ao longo das próximas duas semanas, fixando o movimento da oposição que competem para reforçar a ofensiva.

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A Rússia também realizou operações aéreas em alto ritmo por trás das linhas de frente durante este período, em um esforço para incapacitar respostas de emergência e pressionar forças de oposição para papéis de defesa civil. Ao passo que a Rússia intensificou ofensivas no norte da cidade de Damasco e seus subúrbios de Ghouta Oriental depois que as facções da Jihad salafista e o grupo de oposição apoiado pelos EUA Fayaq al Rahman levantaram conjuntamente o cerco pró-regime os distritos de Qabun e Barzeh em Damasco.

Em paralelo com a redistribuição de unidades terrestres mais capaz, o aumento dos ataques aéreos russos efetivamente reverteu grande parte do avanço da oposição perto de Hama e permitiu que forças pró-Assad reinstalassem o certo. Sem desafio a supremacia aérea russa, seus aviões continuarão com vantagem assimétrica às forças pró-regime na #Guerra Civil Síria.

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A Rússia também continuou sua campanha sistemática para destruir infraestruturas civis críticas em cidades da oposição, atacando rotineiramente padarias e hospitais nas províncias de Hama e do sul de Idlib, a partir de 22 de março. A meta era infligir graves baixas em terras povoadas, refletindo sua intenção de dissuadir populações civis que apoiam a oposição. Buscando estes objetivos, realizou fortes ondas de ataques aéreos contra Jisr al Shunghur, na província ocidental de Idlib em de 27 de março a 2 de abril, atingindo a cidade com munições de fragmentação quase diariamente depois que o grupo jihadista salafista Ahrar al Sham derrubou um helicóptero pró-regime em Jabal al Akrad.

Ao conduzir operações punitivas no contexto de uma campanha aérea focada principalmente na oposição, a Rússia encorajou a radicalização política de facções mais moderadas e sua dependência militar em grupos jihadistas salafistas. A participação de facções apoiadas pelos EUA nas ofensivas em Hama e Damasco, lideradas pela Al Qaeda, marca um dos indicadores mais recentes do sucesso russo em coagir a oposição em coordenação. Pela natureza do ataque, ela continuará a explorar a natureza cada vez mais radical da oposição armada, com finalidade de reforçar a ostensiva legitimidade da aliança pró-regime e irá continuar sua campanha aérea na Síria com impunidade. #Russia