Um assassinato brutal, com requintes de crueldade, cometido por um adepto do satanismo, na segunda-feira (10), em Soweto, cidade suburbana próximo a Joanesburgo (África do Sul), revoltou a população e repercutiu na imprensa regional e internacional.

Conforme a #Mídia local, o garoto Tinyiko Reckson, cinco anos de idade, foi violentamente atacado por um homem de 21 anos, enquanto estava em casa brincando com os amigos.

Contudo, além de matar a criança com três golpes de faca no pescoço, o sujeito também bebeu todo sangue da vítima, como parte de um sacrifício ritualístico, segundo o jornal sul-africano Daily Sun (não confunda com The Sun).

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Conforme a testemunha Lipolelo Boboke, 34, que é vizinho do menino, o homem estava devidamente caracterizado para o ritual. Ele usava uma vestimenta religiosa semelhante às da igreja.

No momento do #Crime, Boboke estava no banho, quando ouviu a criança gritar histericamente por ajuda.

Ao sair do chuveiro e ir à residência dela, a poucos metros de distância, revelou ter ficado apavorado com a cena de um indivíduo sentado em cima do garoto.

Contudo, enquanto se aproximava do agressor, testemunhou ele esfaquear o menor três vezes no pescoço, para em seguida beber todo sangue da vítima.

"Eu só percebi que era Tinyiko quando o homem ergueu a cabeça para sugar seu sangue. Eu congelei em choque. Eu nunca vi nada desse tipo”, comentou.

Segundo Boboke, depois de subjugar a criança e sugar todo sangue dela, o satanista olhou calmamente para ele, ainda em cima do corpo desfalecido do menor.

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O sul-africano contou que o “vampiro” só saiu de cima do garoto quando outras pessoas chegaram ao local para impedi-lo de fugir, até a chegada da polícia.

Enquanto esperavam pelas autoridades, moradores espancaram o agressor, cujo nome permanece sob sigilo. Após receber alta do hospital, ele será encaminhado ao tribunal.

MÃE SÓ SOUBE DO CRIME AO CHEGAR EM CASA

De acordo com o periódico Soweto Urban, a matriarca Rosina Mosiuoa, ainda inconsolável com o acontecimento, encontrou o corpo do seu único filho quando chegou do trabalho. Até aquele momento, ela não sabia da ocorrência.

"Eu perguntei quem estava deitado na rua daquele jeito e ninguém queria dizer que era meu filho. Nem sequer posso explicar a dor que senti. Eu não conseguia nem respirar adequadamente por causa da dor ", declarou a mulher aos prantos.

Abaixo, veja a gravação de pessoas ao redor do menino, desfalecido no chão.

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