O #ditador sírio Bashar al-Assad cedeu uma entrevista em que alegou que não tem outra saída a não ser vencer a #guerra da Síria, que maltrata o povo há mais de seis anos. Para o presidente sírio, somente a sua vitória dará prosseguimento ao país.

A entrevista

Realizada pelo jornal Vecernji List, da Croácia, e divulgada nesta quinta-feira (6), o presidente alegou ainda que a Síria não alcançou o esperado pelo seu governo no decorrer das tentativas de conciliações com os grupos revoltosos. No entanto, Assad está esperançoso de que vai lograr êxito e vencer os rebeldes.

Ao jornalista, ele afirmou que não há outra solução e o que resta é encarar a guerra com insistência e convicção da vitória.

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Continuou alegando que a esperança é basilar para que seu governo vença. E finalizou afirmando que há enormes chances de progredir, cada vez mais, a sua confiança e esperança para um governo melhor na Síria.

O jornalista não o questionou sobre o ocorrido na última terça-feira (4) sobre a realização do ataque de gás na Síria, que já ultrapassa mais de 80 pessoas mortas, e entre elas estimasse que morreram mais de 27 crianças, o que chamou a atenção de todo o mundo e fez com que os países mais proeminentes se manifestassem contra tal ataque químico.

O governo de Vladimir Putin, que está junto com a Síria na guerra, alegou que a #Arma Química saiu no momento em que os aviões da Síria atacaram uma instalação de munição dos insurgentes.

De forma unânime, todos que fazem parte do Conselho de Segurança da ONU reprovaram a utilização de armas químicas, contudo, não tiveram a concordância de quem foi o autor da ofensiva.

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Continuando a entrevista, ele foi perguntado sobre os ataques. E o ditador sírio alegou que a "objeção existente é jihadista no termo cruel da guerra santa", e, por causa disso, tanto o governo Sírio quanto os jihadistas não entram em um acordo.

"O maior indício foi quando, no decorrer das negociações de Astana, eles iniciaram ofensivas a cidades como Damasco E Hama e mais alguns lugares da Síria, reproduzindo novamente o período de terrorismo e mortes de pessoas inocentes", finalizou o presidente.

O ditador e seu governo acham que os seus oponentes são revoltosos que estão sendo financiados por países como os Estados Unidos, o Qatar, a Turquia e Arábia Saudita.

Iniciada em 2011 e com quase meio milhão de mortes, além de 4 milhões de refugiados, o conflito parece sem solução e sem perspectiva do fim.