O famoso jornal árabe, Al Jazeera, realizou uma cobertura ao vivo do atentado no metrô de São Petersburgo, na Rússia, através do Facebook. No entanto, a transmissão foi inundada com comentários positivos e emoticons com reação de alegria. Mais uma vez, os muçulmanos ditos 'moderados', comemoraram um ataque terrorista que provavelmente tenha sido islâmico. De acordo com a polícia, pelo menos nove pessoas foram mortas e cerca de 25 ficaram feridas depois da explosão, que ocorreu dentro de um trem, no metrô de St. Petersburgo. As primeiras especulações sugerem que o Estado Islâmico pode ter sido responsável pela explosão.As testemunhas disseram que um homem jogou uma mochila-bomba dentro do trem que estava cheio.

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Apesar da maioria dos comentários terem sido escritos em árabe, os comentaristas responderam com emoticons de risada - o 'haha' - e, os que escreveram em inglês, fizeram observações elogiando o ataque.

Não foram apenas alguns, mas a grande maioria comemorou e reagiu com triunfalismo.

Veja por si mesmo:

Alguns comentários foram fotografados pelo comentador político, Paul Joseph Watson, e divulgados em seu Twitter:

"Deus é grande" (em árabe: Allahu Akbar), escreveu um.

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"Excelente", acrescentou outro, seguido por três carinhas sorridentes.

"Parabéns", disse outro, enquanto pedia "mais explosões no metrô".

Outros emoticons, como corações, também foram utilizados. Todavia, como foi dito em outros artigos, os telespectadores de língua árabe do jornal Al Jazeera, bem como os do canal France 24, tiveram a mesma resposta após o ataque de Westminster no mês passado, que foi realizado por um jihadista convertido. Depois de cada ataque terrorista (incluindo o 11 de setembro), surgem relatos de muçulmanos que comemoram a carnificina; é rotineiro. Porém o mainstream tenta enterrar essas notícias, um exemplo foi o que fizeram rejeitando a afirmação de Donald Trump de que muçulmanos em Nova Jersey comemoraram o ataque as Torres gêmeas - um fato que foi manifestamente comprovado e documentado, não apenas em vídeo, mas por testemunhas locais e policiais. #Russia #Terrorismo #Estado Islâmico