Um homem foi preso pela polícia na semana passada acusado de ter assassinado o sobrinho em um ritual de feitiçaria. O acusado foi identificado pelas autoridades locais como Mandisi Gwanya, de 30 anos. Para a polícia ele é o principal suspeito de ter assassinado o próprio sobrinho em sua residência. A vítima foi identificada como Kamvelihle Ngala, de 4 anos, que foi morto estrangulado pelo acusado. Segundo informações, o suspeito, após matar a criança, bebeu o sangue e comeu o coração da vítima durante o ritual de feitiçaria.

O #Crime deixou todos os moradores da aldeia de KwaNtsila, na província oriental, na África do Sul, revoltados com tamanha crueldade com a vítima.

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Segundo informações repassadas pelas autoridades locais, a vítima estava brincando com colegas na residência da sua avó, identificada como Nontuthuezelo Gwanya, de 70 anos, quando de repente desapareceu.

Ainda de acordo com a polícia, a irmã da avó da vítima disse para ela iria procurar Ngala na casa do seu filho, relatando para a sua irmã que o seu filho estava com Satanás no corpo e ela não confiava nele. Quando a mulher chegou à casa do acusado, a porta estava fechada, e ele não a deixou entrar.

Por sua vez, ela forçou a porta, entrou em desespero e chamou outros moradores. "Eu pensei que um porco tinha sido abatido. Havia tanto sangue e então eu vi a mão do menino e pedaços de carne. Ele confessou-me que tinha comido a carne da criança“, conto a mulher.

“O meu neto não merecia morrer assim, especialmente nas mãos de um membro da família que deveria protegê-lo e amá-lo", disse a avó da vítima a repórteres locais.

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A polícia foi acionada por moradores, relatando que uma criança havia sido assassinada por um membro da própria família.

O suspeito foi preso em flagrante e, em seguida, encaminhado para uma delegacia de polícia da cidade. Segundo informações das testemunhas, as costelas da criança de 4 anos estavam em um aparador e o seu crânio havia sido esfolado e dividido em duas partes. O seu cérebro foi colocado em um recipiente com sal.

Segundo informações do porta-voz da polícia, capitão Nozuko Handile, o acusado havia sido posto em liberdade recentemente, após cumprir pena de sete anos por assassinato. A porta-voz da família, Nosidima Xakana, disse que todos da aldeia se juntaram na cena do crime.

A avó da vítima recebeu um telefonema de alguns membros da família dizendo que ela tinha que ir à casa dos parentes para encontrar seu neto. Nontuthuzelo foi até a casa do sobrinho e abriu a porta.

O quarto parecia um matadouro. Havia sangue por toda parte. O corpo de Ngala estava no chão cortado em pedaços.

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Era uma cena como quando se abate uma ovelha para um ritual. O corpo estava cuidadosamente esfolado e o crânio estava longe do corpo da criança.

Mandisi Gwanya disse aos aldeões e à polícia que bebeu o sangue do menino e comeu o coração, com o cérebro ficando para depois. O crânio estava limpo com os olhos arrancados e a pele tirada. “Um fígado estava em outro prato com uma mão", disse Xakana, traumatizada. O caso está sendo investigado. #canibalismo #Casos de polícia