O #Espaço é um lugar hostil, ainda pouco investigado pelo homem. A distância máxima alcançada pelo ser humano em explorações além da Terra é de pouco mais de 384 mil quilômetros, quando astronautas da Agência Espacial Americana (NASA) pisaram na lua, a partir da missão Apollo 11, em 1969.

A partir daí, somente sondas e robôs foram capazes de observar uma pequena parcela do espaço profundo, indo a Marte e demais planetas do sistema solar.

Contudo, ainda que a presença de vida biológica inteligente no cosmos se resuma a pouco mais de 7 bilhões de seres humanos, habitantes de um astro dominado pela água, mas mesmo assim chamado de planeta Terra, é possível que outras civilizações inteligentes existam no universo.

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Embora cientistas enfatizem a improbabilidade de alienígenas existirem em corpos celestes do sistema solar, sempre que o ambiente além da Terra é filmado por astronautas, estranhas anomalias são captadas.

Dessa vez, um vídeo gravado em 17 de abril pelo astronauta francês Thomas Pesquet da Agência Espacial Europeia (ESA), a partir da Estação Espacial Internacional (ISS), intriga internautas e entusiastas do fenômeno extraterrestre.

Enquanto filmava uma tempestade elétrica sobre a Califórnia (EUA), Pesquet captou dois emblemáticos objetos em rápido movimento (foto do astronauta no interior da ISS).

De acordo com o site científico estadunidense Space.com, que contatou a ESA para comentar a origem das misteriosas estruturas, funcionários da Agência Espacial Europeia não souberam explicar a procedência dos objetos.

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Porém, disseram que “provavelmente são satélites”, apesar dos cientistas não saberem especificar a proveniência dos mesmos, interpretados por muitos como sendo objetos voadores não identificados (ovnis/UFOs) (veja um trecho da reportagem).

De acordo com o oficial de comunicação da ESA, Daniel Scuka, que admite não saber a origem dos objetos, mas que renega a possibilidade de eles serem ovnis, as estruturas são “ativamente controladas”.

Outro funcionário, Detlef Koschny, cientista da ESA, avaliou que eles também não eram lixos espaciais, ao ressaltar que o brilho captado pelo astronauta é consistente com objetos intactos.

Koschny ainda descartou a chance deles serem meteoritos. Segundo o cientista, esse tipo de corpo celeste pode ser observado por cerca de dois ou três segundos.

Já, os objetos gravados pelo astronauta da ESA, na compreensão de Koschny, “são brilhantes por várias dezenas de segundos”.

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Outro fator preponderante para rejeitar a hipótese de meteorito diz respeito a altitude observada.

"A altitude típica de um meteoro é de cerca de 80 a 110 quilômetros, o que corresponde à altura do brilho do ar, que é visível [da] curva acima da Terra como uma banda brilhante. Estes objetos são mais altos, pelo menos 300 km. Meteoros não seriam visíveis nessa altura", salientou o estudioso.

Ainda que eles não admitam oficialmente, obviamente o astronauta filmou objetos voadores não identificados. Afinal, até o momento, a origem dos mesmos permanece uma incógnita.

#Bizarro #Curiosidades