Mais um vídeo circula na internet deixando claro a distração das vítimas como principal arma para ladrões. Nas imagens, gravadas por câmeras de segurança de um praça de alimentação, uma moça está comendo distraidamente com a bolsa ousada ao lado, na cadeira.

Um trio de gatunos percebe as condições ideais para a prática de furto e age em conjunto para levar a bolsa.

Primeiro um dos meliantes, de boné vermelho, passa uma sacola para o comparsa, de blusa branca, sentado de costas. A sacola será usada para esconder o objeto roubado, de modo que os três consigam sair do local sem levantar suspeitas.

Depois desse primeiro movimento, entra em cena o terceiro elemento.

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Ele está mais próximo do alvo, ou seja, da bolsa da mulher distraída e de costas.

Vestido com uma camiseta regatas o home ensaia os movimentos para pegar a bolsa sem que ninguém perceba. Eles tentam disfarçar e analisam muito bem o momento de agir, sem saber que estão sendo filmados.

O meliante chega a botar a mão na bolsa três vezes, trazendo-a para mais perto. Somente na quarta vez ele pega de vez o objeto e rapidamente passa para o companheiro colocar dentro da sacola.

Assim que conseguem esconder, eles se levantam e saem do estabelecimento, como se nada tivesse acontecido. A moça que estava comendo e conversando sequer se dá conta que acabara de ser furtada. Funcionários apressados que passavam de um lado para outro também não perceberam nada.

Este tipo de #Crime é cada vem mais comum em restaurantes e lanchonetes, especialmente os mais movimentados.

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Por isso, autoridades dão dicas de como proceder para tentar ao menos dificultar a vida dos ladrões.

Normalmente, as vítimas desse tipo de ocorrência têm atitudes parecidas. Colocam a bolsa pendurada atrás da cadeira ou mesmo ao lado. Essa situação a torna presa fácil. O melhor é você deixar muito próximo se si, no colo ou com a alça presa ao corpo.

Outro gesto condenável é deixar a bolsa na mesa para guardar lugar e ir buscar comida.

Os donos de estabelecimentos podem ajudar seus clientes a diminuírem as chances de serem lesados, mantendo uma chapelaria no imóvel ou mesmo ganchos para prender a bolsa em baixo da mesa.

Vale lembrar que se o comércio não oferece nenhuma opção para os clientes, se eles forem furtados dentro do estabelecimento, a responsabilidade é do fornecedor, ou seja, do dono da casa. Agora, se havia a chapelaria ou outra opção e o consumidor preferiu não usar, aí o estabelecimento fica isento de qualquer responsabilidade.

#Investigação Criminal