Um vídeo angustiante foi mostrado em tribunal e prova o momento em que uma mãe entrou em um ônibus com o corpo morto de sua bebê, enquanto seu namorado lhe dava um sinal de aprovação, com a mão. Rosalin Baker, de 25 anos, carregou primeiramente o seu cartão, em uma loja de conveniência antes de subir no ônibus, onde pretendia fingir a morte da bebê Imani, de 16 semanas de vida. No entanto, o tribunal provou que a menina já estava morta há algumas horas, depois de ter sofrido uma lesão cerebral e o crânio fraturado. Também o #Pai da bebê, Jeffrey Wiltshire, de 52 anos, está sendo julgado, em Londres, pela morte da criancinha.

O casal teria planejado fingir uma morte acidental da bebê, mas a investigação acabou provando as várias lesões da menina, bem anteriores ao incidente no ônibus.

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A viagem já teria uns vinte minutos, quando Rosalin pressionou o botão de emergência, alertando a todos que estava alguma coisa errada com a sua bebê. Enquanto os outros passageiros entravam em pânico, tentando ajudar, esta #mãe parecia manter sua calma.

As lesões cerebrais foram a causa de morte revelada pela autópsia, que mostrou ainda um pulso e um braço quebrado e 40 fraturas de costelas. A bebê teria sido "espremida" entre os pais, na cama onde dormiam juntos.

Pais culpados pela morte da menina

Durante o julgamento, a mulher afirmou que Wiltshire havia causado feridas horríveis na criança, antes de forçá-la a subir no ônibus em uma tentativa de disfarçar o crime que ele havia cometido. Ela admitiu ainda que ele era violento também com ela. Wiltshire, no entanto, negou ter sido violento com qualquer um de seus 25 filhos - dois dos quais morreram - ou as 18 mulheres que deram à luz a eles, e disse que não tinha idéia de como Imani havia sido morta.

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Wiltshire negou que ele tivesse feito qualquer coisa, deliberadamente ou acidentalmente, que poderia ter causado qualquer um dos ferimentos de Imani, e não tinha visto ninguém fazer nada ao bebê que poderia ter causado sua morte. No entanto, ele disse ter notado em uma pequena marca ao redor dos olhos da menina e que acreditava que ela tinha dificuldades respiratórias, mas não sabia que havia alguma coisa de errado, quando a namorada subiu para o ônibus, naquela manhã.

Nas imagens, se vê o casal trocando um beijo, antes de ela entrar para o ônibus. Do lado de fora, ele acenou para Baker, dando um sinal de que estava tudo bem para ela, em uma provável tentativa de tentar acalmá-la.

O tribunal demorou mais de 14 horas, mas acabou ilibando este casal de homicídio, mas considerou-os culpados por causarem ou permitirem a morte de sua filha. O juiz adiou a sentença para o próximo mês, mas não sem antes falar com os pais da bebê: "A vida dessa criança deve ter sido dolorosa, angustiante e desconcertante". Por essas razões, o juiz já antecipou que por eles terem culpa na curta e miserável vida da menina, quando a deveriam ter protegido, eles serão condenados a "uma pena de prisão substancial".

Assista ao vídeo:

#Bebês