O perigo para crianças e adultos pode estar onde menos se espera. Com o pequeno Stanley Birch, de três anos, atingido por um objeto caído do alto, foi assim.

Ele e sua família passavam ferias em um hotel na Turquia quando algo totalmente fora dos planos aconteceu. O bebê, que estava dormindo em uma espreguiçadeira à beira da piscina e na companhia dos pais, sentiu o baque de uma caixa de som cair em sua cabeça, a uma altura de aproximadamente 15 metros.

Os momentos de horror pelos quais passou a família felizmente não evoluíram para a morte do bebê, que resistiu bravamente. Porém, por conta do corte realmente profundo, ele ficou com lesões cerebrais.

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O caso aconteceu em junho de 2014, mas foi divulgado nos últimos dias pela imprensa internacional. De acordo com o Jornal The Sun, o alto-falante se despendeu do piso superior ao deque da piscina.

Quando a situação terrível aconteceu, o bebê ficou coberto de sangue e os pais acharam que tinham perdido seu filho.

Mitchell, de 35 anos, e Amy, de 32, contam que foi um trauma grande no luxuoso Yasmin Resort, de cinco estrelas.

“Nós não esqueceremos nunca mais esse dia. Nós realmente pensamos que ele estava morto”, disse o pai Mitchell.

A mãe, Amy, contou que Stanley tinha acabado de acordar. “Nós estávamos à beira da piscina a poucos metros dele. Então eu ouvi esse estrondo e todo mundo estava gritando. Eu me virei e vi ele deitado ainda, mas fora da espreguiçadeira, que estava completamente esmagada.

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Na hora achei que ele estava morto, pois não estava chorando”.

Um médico que estava perto deu todas as orientações do que fazer e os ajudou a seguir até um hospital. A mãe lembra que a cabeça do menino começou a inchar muito depois do incidente. Stanley teve de passar por uma cirurgia de três horas, pois descobriram um coágulo em sua artéria principal.

A empresa admitiu a culpa e deu toda a assistência à família, além de estar pagando agora um grande pacote turístico de férias para que juntos possam superar o trauma e voltar a ter tranquilidade para curtir uma viagem.

Stanley, agora com seis anos de idade, passa por check-ups mensais para acompanhamento.

O pai, Mitchell, conta como é difícil mensurar os reflexos daquele dia fatídico sobre seu filho. “Ele está feliz e está indo bem, e temos sorte de estar vivo. Mas ninguém sabe ao certo se ele vai desenvolver 100% por cento como deveria por conta das lesões”, disse.

Por esse motivo, eles contrataram advogados, mas não sabem estimar o quanto devem pedir de indenização da empresa para custear tratamentos, pois tudo depende de verificar exatamente que tipo de sequela o menino terá.

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Até os 18 anos elas podem aparecer.

#Acidente