No ano passado, o Brasil teve a felicidade de receber em seu território um dos corredores mais famosos do planeta, o velocista Usain Bolt. Em terras tupiniquins, ele deu o que falar, especialmente porque se relacionou sexualmente com um jovem carioca, de nome Jady. Aos trinta anos, no entanto, o homem que foi três vezes campeão olímpico, nos 100m e 200m, está vivendo um momento fúnebre em sua vida. Ele perdeu um dos seus melhores amigos, o também atleta Germaine Mason, que faleceu aos 34 anos em um acidente de trânsito.

Neste domingo, 'Dia da Mães' (13), o jornal carioca Extra repercutiu o fato por um momento inusitado, mas ao mesmo tempo comovente.

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Mesmo sendo famoso, rico e importante, #Usain Bolt fez questão de ajudar a cavar a sepultura do amigo, usando as próprias mãos. A morte do amigo, no entanto, ocorreu há alguns dias. Mason faleceu no dia 20 do mês passado, em uma cidade jamaicana, Port Royal. Ele estava em uma motocicleta e tentou desviar de um carro, mas não conseguiu, vindo a óbito. Mason, que defendia a Grã-Bretanha no salto com vara em eventos internacionais, ganhou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim.

Arquivos tocantes: vídeos mostram Usain se despedindo do amigo

O homem abaixo é Germaine Mason, o amigo falecido do jamaicano, que acabou falecendo em um grave acidente de moto. Germaine e Bolt eram muito próximos e chegaram a aparecer em fotos juntos, diversas vezes. Os dois eram verdadeiros parceiros para todos os momentos, até para esse, de triste despedida.

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Veja abaixo o momento em que o múltiplo medalhista olímpico ajuda a enterrar o próprio amigo. Nas imagens, ele usa uma pá e um carrinho de mão. O atleta, que conquistou o Brasil ao participar dos jogos olímpicos do Rio de Janeiro e demonstrar grande simpatia, parece que não se cansa, em um momento tão triste de sua vida.

O famoso velocista também aparece cavando a sepultura do amigo. Chama a atenção de quem vê as imagens o fato do local do enterro ser muito simples e de não ter funcionários do cemitério por perto. São os próprios entes queridos da pessoa falecida que realizam o trabalho nesse momento difícil. Enquanto o homem é enterrado, uma espécie de música de reggae toca ao fundo, mostrando como o ritual de despedida na Jamaica é bastante diferente do que acontece no Brasil, por exemplo.

E você, o que achou do gesto de um dos homens mais rápidos do planeta? Deixe o seu comentário. Ele é sempre importante e abre o diálogo diante de temas diversos.