Nascer, crescer, reproduzir e morrer. Aprendemos desde muito cedo que esse é o ciclo natural pré-determinado a todos os seres vivos que habitam o planeta Terra. Aprendemos também que, para uma determinada espécie não entrar em extinção, o número de nascimentos deve ser superior ao de mortes.

Os demógrafos sugerem que, para uma nação continuar existindo, cada mulher deve atingir uma determinada taxa de fertilidade. Essa taxa é de no mínimo duas crianças por mulher. Porém, acontece que, devido a certas forças culturais e econômicas que assolam o mundo moderno, apenas metade dos 224 países do mundo consegue atingir essa média.

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Sendo assim, com medo de simplesmente "sumirem do mapa", os governos de vários países estão incentivando os casais a terem mais relações sexuais. Para conseguirem êxito nessa missão, muitos estão recorrendo as mais diferentes estratégias. Confira!

1 - Cingapura: o país tem a taxa de fertilidade mais baixa do mundo, com apenas 0,81 criança por mulher.

Para incentivar às pessoas a viverem juntas e, assim possivelmente procriarem, o país colocou um limite no número de flats (apartamentos pequenos com apenas um quarto) disponíveis para aluguel. Além disso, o governo presenteia os casais com um "bônus bebê" no valor de US$ 4,4 mil (cerca de R$ 14 mil) para o primeiro e o segundo filho e com US$ 5,9 mil (cerca de R$ 18,8 mil) para o terceiro e quarto filho tido pelo #Casal.

Estima-se que a cada ano Cingapura gasta, em média, US$ 1,6 bilhão (cerca de R$ 4,8 bilhões) em programas de incentivos à procriação.

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2 - Coréia do Sul: com uma taxa de 1,25 criança por mulher, o país toma todas as medidas possíveis para promover a vida familiar, instituindo, inclusive, toda terceira quarta-feira de cada mês como o "Dia da Família". Além disso, o governo oferece incentivos financeiros a quem tem mais de um filho.

3 - Itália: taxa de fertilidade é de 1,43 criança por mulher, abaixo da média europeia de 1,58. O país decidiu adotar uma abordagem direta para tentar reverter o problema.

O governo patrocinou uma série de anúncios incentivando a procriação. "Não fique esperando pela cegonha, aja" e " A beleza não conhece idade, a fertilidade sim" foram os slogans amplamente divulgados. Mas ,ao contrário do que se esperava, os casais não reagiram bem e a campanha fracassou.

4 - Rússia: no país do presidente Vladimir Putin, os homens estavam morrendo jovens demais e os casos de alcoolismo e Aids estavam paralisando a região. Assim, as mulheres não estavam tendo #Bebês.

Em 2007, a situação se agravou tanto que o governo resolveu agir. No dia 12 de setembro daquele ano foi instituído o Dia Nacional da Concepção. Nessa data, as pessoas têm o dia de folga para se concentrar na tarefa de gerar bebês.

As mulheres que conseguem engravidar nesse dia e mais tarde dão à luz exatamente nove meses mais tarde (dia 12 de junho) ganham uma geladeira. Os esforços estão dando certo e no ano passado a taxa de fertilidade atingiu o recorde de 1,83 criança por mulher. #Dinheiro