A Coreia do Norte acusou agentes da Coreia do Sul e dos Estados Unidos de conspirarem para matar seu líder supremo, Kim Jong-un. Um norte-coreano referido apenas como "Kim" foi pago para realizar um ataque com substâncias bioquímicas, disse o Ministério de Segurança do Estado.

O presidente dos #EUA, #Donald Trump, prometeu solucionar o problema e impedir a #Coreia do Norte de desenvolver armas nucleares.

Coreia do Norte

No último sábado, a Coreia do Norte lançou um míssil, indo contra declarações dos Estados Unidos, totalizando seu segundo teste.

Nessa semana, a Coreia do Norte se voltou contra sua única verdadeira aliada, a China, acusando-a de falta de sinceridade e traição.

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As alegações feitas foram detalhadas. O governo coreano especificou nomes de pessoas supostamente envolvidas na trama, datas em que os personagens principais comunicaram-se entre si e as quantias em dinheiro que supostamente foram repassadas. Entretanto, as acusações ainda não foram consideradas como provas. Até onde foi divulgado, é difícil avaliar a validade das reivindicações.

O Ministério de Segurança do Estado declarou através da agência de notícias estatal KCNA, que a CIA e os serviços de inteligência sul-coreanos tinham "arquitetado um plano de ferir a liderança suprema da Coreia". Não foi mencionado Kim Jong-un pelo nome, mas ele é amplamente referido como o líder supremo.

O ministério disse ainda que traçaram um acordo para usar terroristas do tipo homem-bomba com o intuito de atingir a liderança suprema em um desfile militar ou em um evento no Palácio Kumsusan do Sol, o mausoléu do líder fundador do país, Kim Il-sung.

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"Somente a CIA pode produzir tal substância", disse ele, acrescentando que a Coreia do Sul tinha dado o financiamento.

Ele afirmou que Kim, o acusado, declarou que o melhor método seria o uso de "substâncias bioquímicas, incluindo materiais radioativos e substâncias venenosas de tamanho nanométrico", cujo resultado iria "aparecer depois de seis ou 12 meses". O comunicado do ministério não deu detalhes de como o suposto plano tinha sido descoberto ou sobre o destino de Kim.

EUA e Coreia do Norte

Os EUA enviaram um navio de guerra à região e instalado um sistema de defesa antimíssil na Coreia do Sul e o Presidente Trump alertou sobre um grande conflito com a Coreia do Norte. Entretanto, ele afirmou esta semana que estaria disposto a atender Kim Jong-un nas devidas circunstâncias. A Casa Branca rapidamente declarou que o norte deve "acabar com seu comportamento provocador imediatamente".

Analistas dizem que tal operação de assassinato seria extremamente difícil de se executar, dada a segurança enorme em torno do líder supremo.