O mundo vive momentos de ansiedade e insegurança devido ao crescimento da tensão na Península Coreana, cujos principais países envolvidos são os EUA, de Donald Trump, e a Coreia do Norte, de Kim Jung-un, além é óbvio da possibilidade de propagação concreta do conflito para outras nações como a Coreia do Sul, Japão, China e Rússia só para começar. Enquanto os especialistas em política e diplomacia internacionais apostam todas as suas fichas que se uma guerra ocorrer, será primeiramente iniciada pela #Coreia do Norte e Estados Unidos, o que pouca gente sabe é que no último final de semana, os atores principais desse possível conflito anunciado, quase foram substituídos sem maiores avisos.

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Como assim? Os militares norte-coreanos durante treinos de lançamentos de mísseis balísticos há dois dias, perceberam que uma das armas lançadas rumava no sentido do território russo, o que os levou imediatamente a detonar o seu próprio míssil, conforme notícia veiculada pelo jornal “Economic Daily” da Coreia do Sul e repassada por demais agências de notícias de outros países.

De acordo com o que foi revelado desse incidente de rota de cruzeiro do míssil norte-coreano, o projétil tamanho família chegou a voar 48 quilômetros até que as forças armadas da Coreia do Norte se atentassem que o míssil estava indo em cheio para dentro da Rússia e assim, abortaram o teste por ocasião da auto-detonação do míssil.

Enfim, uma fonte que pediu para não ser identificada explicou que o míssil tinha sido disparado no sábado, mas que apresentou um comportamento diferente dos demais, ou seja, resumindo, o míssil que deu problema foi lançado sob um ângulo diferente dos demais que obrigatoriamente tinham de cair (e caíram) no Mar do Leste.

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A situação na região que já não é nem um pouco tranquila, poderia ter se agravado muito, mas muito mais, pois automaticamente, Vladimir Putin, presidente da Rússia, determinou que as linhas responsáveis pela defesa do território na região do extremo leste, se mantivessem no máximo estado de alerta, o que militarmente falando é o passo que antecede a qualquer contra-resposta a um ataque de um país sobre outro. Victor Ozerov que é o ministro da Defesa e Segurança da Rússia confirmou o incidente.

O agravamento da crise na Península Coreana a cada dia que passa conta com ingredientes cada vez mais perigosos, a saber: aumento da presença de militares de vários países na região; insultos recíprocos entre os governos de Washington e Pyongyang e por fim, uma manobra bélica frustrada que envolveria mais uma potência nuclear, que é a Rússia, no imbróglio em questão.

Além do que, na semana passada, Donald Trump ousou dizer que até que poderia se encontrar pessoalmente com o presidente da Coreia do Norte, mas a Casa Branca veio logo dizendo que o contexto já não se faz mais adequado para esse anseio.

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Por sua vez os militares da Coreia do Norte frisaram que os vôos dos grandes bombardeiros dos Estados Unidos na região promovem o perigo imediato de uma grande guerra com características nucleares. Tanto é assim, que ao longo das semanas passadas, Kim Jong-un instou que o seu Exército praticasse exercícios com o maior poder de fogo da história desse pequeno país asiático.

Assista às imagens divulgadas pela KCTV - TV estatal norte-coreana

#Vladimir Putin #Donald Trump