O misterioso fato dos flashes de luz nos céus mundo afora foi finalmente desvendado. No ano de 1993, foram a primeira vez que esses flashes foram avistados por alguém. O cientista Carl Sagan estava operando a sonda Galileo em uma missão na órbita de Júpiter quando voltou as câmeras para a Terra. O flash foi a primeira coisa que ele notou nas imagens e isso intrigou o cientista profundamente, já que era uma época de muita especulação sobre vida inteligente fora da Terra.

O brilho virou uma grande incógnita para todos os cientistas e astrônomos, pois havia sido fotografado pela sonda que estava a 1 milhão de quilômetros de distância.

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Logo começaram a ter outros vários relatos parecidos, mas, desta vez, vindos de sondas e satélites orbitando a Terra, sendo muito constante os relatos em imagens do centro de controle climático.

Ao todo já se somam mais de 866 aparições documentadas. Muitos cientistas ficaram responsáveis por dar alguma lógica ao que poderia ser os famosos flashes.

Desde seu primeiro avistamento por Carl Sagan, já se especulava o termo de vida inteligente extraterrestre. Porém, um último estudo levantou outra hipótese mais aceitável, que os flashes são causados por #Nuvens de cristais de gelo que estão na atmosfera da Terra.

Comunicado oficial da Nasa

Assim que a descoberta foi realizada, a Nasa organizou um comunicado oficial para poder esclarecer todas as dúvidas e incertezas que o fenômeno vinha causando. Em seu comunicado oficial sobre o acontecimento, o cientista Alexander Marshak disse que anteriormente estavam a acreditar que o brilho era proveniente da Terra, que era a luz do Sol sendo refletida em um lago ou mar diretamente para a lente.

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Porém, que os últimos estudos afirmavam que a luz era refletida de placas de gelo na atmosfera.

A conclusão do estudo veio depois de perceberem que somente alguns pontos específicos da Terra podem refletir, e que somente nesses momentos que os flashes podem ser observados. Além disso, aonde eram avistados, sempre haviam a presença de nuvens circulares formadas de cristais de gelo.

Essas nuvens circulares foram o que levantaram a hipótese inicial de que os flashes eram provenientes de óvnis, mas a Nasa logo descartou essa ideia. Agora outro estudo deve ser feito para que possam analisar qual é a estrutura desses cristais de gelo e ainda se eles possuem algum tipo de impacto quanto a quantidade de luz refletida para a atmosfera. #Flashes no céu #CorposCelestes