Casos de crimes bárbaros acontecem todos os dias, mas alguns entram em um histórico inacreditável de violência, como o episódio de uma freira que, literalmente, recrutava crianças para que os padres as abusassem sexualmente.

O caso vem assombrando o noticiário desde o ano de 2008 e, nessa semana, acabou tendo um novo viés, quando a 'freira do mal' acabou sendo presa na capital da Argentina, na cidade de Buenos Aires. De acordo com diversos veículos de informações do Brasil e do mundo, a mulher estava sendo pesquisada pela polícia há pelo menos um mês. A religiosa era acusada de fazer o aliciamento de menores de idade, que, mais tarde, acabariam sendo molestados sexualmente por padres.

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O caso assombra o Vaticano e deve ser mais um problema para ser resolvido pelo carismático Papa Francisco.

A freira que aliciava crianças é Kosako Kumiko. Fotos de sua detenção foram postergadas pelos mais variados sites. Ela foi detida por policiais ainda usando o famoso traje de freira. Os relatos da investigação mostram que Kosako, que é de origem japonesa, procurava crianças com problemas como surdez e pobreza na família para que fossem abusadas sexualmente por padres.

Os detalhes evidenciados são aterrorizantes. O caso veio à tona apenas no ano passado, quando alguns padres chegaram a ser presos por estupros que aconteciam em um instituto voltado a crianças e adolescentes frágeis. Um dos padres presos, que ganhou as manchetes dos jornais, é Nicolás Corradi, de oitenta e dois anos. O outro é Horacio Corbacho, de 56.

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Os abusos aconteciam no Instituto Provolo. Quem bancava a casa era, justamente, a própria igreja católica. O instituto era chefiado pela religiosa japonesa, que fazia o trabalho de achar as crianças e, pouco a pouco, as convencia de que era correto fazer sexo com religiosos. A mulher saiu do Japão e passou a ter sua vida religiosa e criminal na Argentina no ano de 2007.

Os abusos eram realizados em crianças de cinco e sete anos de idade. Os escândalos ocorreram durante vários anos e foram encobertos pela irmã e pelos padres que cometiam o ato. As crianças também eram espancadas e, por muitas vezes, tinham que usar fraldas para esconder as partes íntimas machucadas. #Crime