A perversidade e a maldade humana disfarça por 'hábitos' e 'batinas'. Monstros que se dizem a serviço de Deus e que aproveitam das palavras sagradas para encobrirem seus pecados e desejos mais perversos. O que dizer de uma freira que escolhia crianças deficientes e submissas para que padres depravados pudessem abusar sexualmente de suas vítimas? É o diabo em pessoa, concorda?

De acordo com o portal de notícias online G1, a freira japonesa Kosaka Kumiko, de 42 anos, foi presa nesta sexta-feira (5), na cidade argentina de Mendoza, que fica localizada a aproximadamente 1.100 km da capital Buenos Aires. Ela é acusada de participar de pelo menos 27 casos de #Estupro e tortura de crianças deficientes.

Publicidade
Publicidade

Saiba mais aqui.

Freira diabólica

Kosaka Kumiko ficou 33 dias foragida e foi capturada nesta sexta-feira, ao ser presa ela afirmou: "Sou uma boa pessoa que entregou a vida a Deus". Imagina se não fosse?

A religiosa é acusada de oferecer crianças que estavam sob os seus cuidados para serem estupradas e torturadas por padres. Ela era responsável por cuidar de crianças surdas no no Instituto Provolo, em Mendoza. Era lá que ela escolhia as vítimas da barbárie cometida pelos sacerdotes.

A freira chegou na Argentina em 2007 e durante 6 longos anos foi responsável por articular e coordenar os estupros das crianças entre 5 e 12 anos que estavam sob seus cuidados, afirmou o advogado de uma das vítimas.

Crime

O caso veio a tona no final de 2016 e comoveu todo o país, os sacerdotes envolvidos já estão presos, são eles, Nicolás Corradi, de 82 anos, e Horacio Corbacho, de 56 anos, além de outros 3 funcionários da instituição.

Publicidade

Uma adolescente de 15 anos, com deficiência auditiva e que ficava sob os Instituto Provolo, contou a polícia que foi estuprada quando tinha apenas 5 anos. A vítima relatou que foi violentada várias vezes pelos padres e que para esconder as lesões causadas pelos abusos sexuais, ela usava fraldas por causa dos sangramentos. Só então toda a perversidade cometida por anos foi descoberta.

As crianças eram obrigadas a fazer sexo oral, eram espancadas e estupradas, viviam um verdadeira infernos nas mãos daqueles que juravam servir a Deus.

No Instituto Provolo foi encontrado pela polícia vídeos com dezenas de imagens pornográficas e 550 mil pesos, cerca de R$113 mil reais.

Mesmo diante de todas as provas, a religiosa continuou alegando inocência, ela foi encaminhada para ao presídio feminino, localizado na periferia de Mendonza.

Imaginar a dor, desespero e medo destas crianças é aterrorizante. Na sua opinião qual a pena que estes monstros merecem? #Igreja #Religião