De vez em quando, aparecem histórias sobre fotos que, uma vez reveladas, mostraram objetos ou seres que mesmo aqueles que as tiraram e aqueles que os circundavam não esperavam ver nelas porque não os viram no momento em que elas foram tiradas. Às vezes, são detalhes prosaicos, como uma placa estranha, uma pessoa ou uma roupa fora do lugar. Mais raramente, são vultos ou sombras, que às vezes, são associadas pelas pessoas a espíritos dos falecidos, anjos ou a outras criaturas sobrenaturais. Um desses casos aconteceu há poucos dias.

Kerri Liles é uma moradora da cidade Alvin, no estado americano do Texas. Sua família, que inclui o marido, cinco filhos e dois enteados, estava viajando de avião de Washington para Houston, a cidade mais populosa [VIDEO]do Texas.

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Uma foto tirada nessa viagem foi postada por ela no Facebook e sua história despertou enorme interesse. O filho mais novo dela, Aasher (o nome bíblico "Asher" - versão do inglês para "Aser", um dos filhos de Jacó - com um "a" a mais), quis tirar fotos com o celular da mãe depois que a viu tirando uma foto através da janela da aeronave.

Liles conta que o garoto ultimamente se mostrava obcecado por fotografar. Ele tirou algumas dezenas de fotos antes que ela pegasse de volta o aparelho. Ao percorrer as fotos apagando-as, pois a memória do dispositivo estava quase totalmente ocupada, ela se deparou com o que chamou de "uma imagem incrível, o que quer que ela seja". Na imagem do exterior da aeronave, com o azul do céu como fundo, pode-se reconhecer uma forma luminosa e humanoide, ainda que relativamente pequena, com cabeça, tronco e membros inferiores e superiores - incluindo cotovelos e dedos - claramente definidos.

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A senhora Liles afirma que o filho, que tem #Síndrome de Down, possui uma espécie de sexto sentido quanto às necessidades alheias e que tende a se aproximar de estranhos que estejam passando por algum tipo de necessidade. Além disso, em certas ocasiões, ele aponta e agita os braços como se fossem asas - o que levou a família a, antes mesmo da foto, teorizar que ele talvez consiga enxergar anjos.

"Acho que naquele dia ele (Aasher) capturou a imagem daquele anjo através da janela para dar-lhe conforto durante uma decolagem particularmente turbulenta", disse a mãe do garoto.

E a razão da letra extra no nome do pequeno Aasher, embora não seja exatamente sobrenatural, é também digna de nota e propiciadora de conforto: o "a" a mais é uma referência ao cromossomo extra que o garoto carrega e um jeito de dizer que ele é mais do que só nota A, ele é A+. "Nós realmente ganhamos na loteria", sintetiza a senhora Liles a opinião da família sobre o observador de anjos.