Assim como os atletas olímpicos da Grécia Antiga, que abandonavam os seus momentos de pódio para, por exemplo, participar de guerras defendendo as suas cidades ou mesmo a nação como um todo, também nem só de fama, dinheiro e status vivem os esportistas e atletas em pleno século XXI, pois, muitas vezes, eles passam por momentos difíceis em relação a si próprios e às pessoas que amam e que estão a sua volta. Exemplos de tragédias não faltam na vida de cada um desses ilustres, independente do grau de sucesso que tenham alcançado ao longo de sua vida esportiva e profissional.

Um exemplo fatídico vem da ilha da #Jamaica, na América Central.

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Sim, isso mesmo, pátria que deu ao mundo um dos mais competentes atletas no universo dos esportes. Trata-se de ninguém mais ninguém menos do que o consagrado #Usain Bolt que está com 30 anos e foi “rei” nas pistas e noites cariocas nos últimos Jogos Olímpicos, na cidade do Rio de Janeiros.

Bolt, que é tricampeão olímpico dos 100m e 200m, surgiu novamente na mídia de todo o mundo não por disputar mais uma prova esportista ou quebrar um novo recorde, mas por manifestar um gesto altruísta ao auxiliar no sepultamento do também atleta e amigo pessoal, Germaine Mason, que veio a morrer com a idade de 34 anos em um acidente no trânsito.

O velocista jamaicano, que tem muitos fãs pelo Brasil e nos quatro cantos do planeta, é originário de um país em que as condições e igualdade social não são das melhores e talvez, justamente por esses motivos, não pensou duas vezes e ajudou literalmente a cavar a sepultura em que foi depositado o corpo do parceiro Germaine Mason.

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Apesar de Mason ter falecido no último dia 20 do mês passado, em uma das maiores cidades da ilha caribenha que é Port Royal, ocasião em que tentou ir em direção oposta a um carro que vinha de encontro a sua moto, se ferindo gravemente, foi somente agora que as imagens gravadas do enterro chegaram às diversas redes sociais; sendo que, nas cenas, Usain Bolt empunha uma pá e mais do que isso, ele ajuda a retirar a terra da cova do amigo para que o mesmo finalmente pudesse ser sepultado.

Germaine Mason, por sua vez, não era só mais um competidor ou atleta comum, pelo contrário, ele defendeu a Grã-Bretanha, colonizadora da Jamaica, na prova de salto com vara em inúmeras participações em muitos países e teve a oportunidade de conquistar a tão sonhada medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Pequim, China, no ano de 2008. A única mensagem que fica no ar neste momento é o desejo sincero dos amantes do mundo dos esportes e da vida, para que Germaine Mason descanse em paz. #Esporte