Um homem está pedindo para mostrar a um júri, no Tribunal da Flórida, o seu #Pênis para provar que não matou sua namorada. Richard Henry Patterson está sendo acusado de assassinar sua namorada em seu quarto, mas ele nega e afirma que tudo não passou de um acidente sexual. Para provar sua inocência, ele pediu para mostrar seu órgão sexual, para que o júri entenda que seria mesmo possível a sua defesa, de que sua namorada tivesse "sufocado durante o sexo oral". A namorada Francisca Marquinez, de 60 anos, morreu em outubro de 2015 e Richard, de 65, está agora respondendo na #Justiça por esse crime.

De acordo com o jornal The Sun, Richard Patterson está sendo acusado por assassinato da namorada, enquanto o homem insiste em se defender que ela se engasgou e morreu, alegando que ele é inocente.

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Ele pretende agora a permissão do juiz para mostrar ao júri seu pênis, para provar que sua namorada se engasgou.

A sua reivindicação foi feita pelo advogado Ken Padowitz, que diz que o tamanho do pênis do seu cliente é a chave para toda a sua defesa, quando este julgamento está começando. "O doutor Ronald Wright, um perito e ex-examinador médico do condado de Broward, testemunhará que a sua morte é consistente com ser acidentalmente asfixiada sexualmente, durante o sexo oral", escreveu Padowitz, na defesa de Richard.

O advogado acredita que o tamanho do órgão sexual de Richard é "material e relevante", antes de acrescentar que "a opinião do júri é essencial para que eles possam entender plenamente o testemunho do Dr. Wright e a defesa neste caso".

Para a defesa deste homem, a revelação do pênis deveria servir de prova e aguardam agora por decisão do juíz.

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Eles defendem que a apresentação da 'prova' seria feita no Tribunal, mas em privado, com apenas o juiz, advogados, um oficial de justiça, o júri e o réu presentes.

Richard Patterson é acusado de assassinato em segundo grau, com a seleção do júri agendada para começar a 15 de maio. O jornal The Sun disse que, de acordo com a autópsia, não havia sinais de trauma nem contusões no pescoço da vítima. Porém, o exame médico mostrou que o corpo estava num estágio inicial de decomposição, tornando mais difícil detectar com certeza certas contusões. O examinador médico não conseguiu chegar a uma conclusão definitiva sobre a causa e o modo de morte.

O advogado Padowitz disse: "É raro em um caso de homicídio que o médico legista não possa dizer que a maneira de morte é um homicídio". No entanto, neste caso parecem não existir certezas definitivas, o que dificulta a tarefa da Justiça. Apesar disso, Richard tem contra ele alguns acontecimentos logo após a morte da namorada. No dia do incidente, ele enviou uma mensagem de texto a sua filha, dizendo que ele "fez algo ruim".

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Mais tarde, ele disse a um amigo: "Eu a sufoquei. Eu engasguei a Francisca".

No entanto, o advogado declarou que isso jamais poderia servir de prova, porque "ele disse que a sufocou, nunca disse que a estrangulou", deixando entender que tudo não passou mesmo de um acidente sexual.

O julgamento vai continuar no #Tribunal.