Geralmente, ilhas são lugares paradisíacos, de livre acesso, onde qualquer pessoa ou casal pode se aventurar e desfrutar de belas paisagens. Contudo, no #Japão, há um pedaço de terra situado a 200 km mar adentro, na costa Oeste, onde segredos impenetráveis despertam a curiosidade dos moradores do país.

Composta por águas cristalinas e natureza abundante, a bucólica ilha de Okinoshima, à primeira vista parece um lugar receptivo, daqueles perfeitos para passar a ‘lua de mel’ com a pessoa amada.

No entanto, as aparências enganam. Além do difícil acesso e das rígidas regras impostas a qualquer indivíduo com pretensões de conhecer o ambiente, outro quesito fundamental para explorar o lugar intriga habitantes do Japão: a proibição de mulheres na ilha.

Publicidade
Publicidade

Isso mesmo, o sexo feminino não tem permissão para frequentá-la por motivos religiosos, de acordo com recentes informações do jornal britânico Daily Star.

Entretanto, ninguém sabe exatamente que tipo de corrente filosófica impera no local. Contudo, as proibições não impediram a ilha de ser candidata a Patrimônio Mundial da UNESCO, após recomendação do Conselho Internacional de Monumentos e Locais.

O Japão já conta com 17 lugares que pertencem ao Patrimônio Mundial. Em julho, quando a decisão será proferida, o país poderá ter mais um território no reservado grupo da Unesco. O Brasil, por exemplo, conta com 20 patrimônios pertencentes ao órgão. Para conhecê-los, copie e cole o link no navegador:

http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/culture/world-heritage/list-of-world-heritage-in-brazil/

Porém, segundo a jornalista Laura Hampson, nem mesmo o exclusivo título é capaz de modificar a bizarra regra de ouro de Okinoshima, onde o acesso de mulheres é censurado.

Publicidade

Laura acrescenta o fato desse ‘detalhe’ vigorar há séculos na ilha, que basicamente é um tipo de ‘clube do bolinha’.

No local, além das águas exuberantes e da natureza encantadora, foram descobertos no decorrer dos anos, 80 mil artefatos, entre eles anéis de ouro coreano e copos de vidro da Pérsia.

Devido a raridade dos objetos, todos os artefatos identificados foram taxados como tesouros nacionais do Japão.

Todavia, há somente uma única pessoa na ilha 365 dias por ano. É o enigmático funcionário (ninguém sabe o nome) que cuida do santuário de Munakata Taisha Okitsumiya, a deusa do mar do Japão, equivalente a Iemanjá dos brasileiros adeptos da Umbanda.

Ao que parece, até o momento, ela é a única representação feminina naquele deslumbrante ambiente, onde todos os homens são obrigados a realizar um ritual de limpeza completamente despidos, antes de frequentarem a ilha.

Fora tudo isso, os sortudos que são aceitos em Okinoshima, ainda ficam obrigados a manter silêncio sobre o que viram por lá.

Alguém se habilita?

#mistério #Curiosidades