Medicamento é coisa séria e todo #Mundo sabe disso, a automedição é um grande risco para a #Saúde e mesmo remédio prescrito por um médico, pode causar reações adversas sérias.

Uma estudante de 26 anos está vivendo um pesadelo por causa do efeito colateral de um medicamento que foi receitado para ela. De acordo com o portal de notícias online R7, a jovem identificada como Khaliah Shaw, entrou com um processo contra a indústria farmacêutica que o produz. Em 2013 ela foi diagnosticada [VIDEO]com transtorno bipolar e o remédio Lamotrigine foi prescrito para auxiliar no tratamento.

Perda de pele e visão

Khaliah fazia pós-graduação em saúde Pública na Universidade da Georgia nos Estados Unidos.

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Ela teve que abandonar os estudos e seus sonhos depois que começou a sofrer com as reações adversas do medicamento. Com menos de trinta dias tomando o remédio, a pele do corpo começou a descascar e em seu rosto apareceram erupções, preocupada, ela procurou uma emergência em um hospital, onde recebeu a informação que estava com uma simples gripe.

Após dois dias, a estudante acordou com dores dilacerantes e percebeu que a pele do rosto, costas e do peito estava caindo. Sua boca e lábios estavam repletos de bolhas. Khaliah voltou ao hospital onde havia sido atendida anteriormente. Sem saber qual era o problema de saúde que a jovem apresentava, os médicos optaram por interná-la em uma área isolada, temendo que fosse uma doença infecciosa.

O estado de saúde da estudante se agravou consideravelmente e ela precisou ser transferida para um hospital especializado, onde finalmente diagnosticada com a Síndrome de Stevens-Johnson, um transtorno que começa com sintomas parecidos com uma gripe comum, porém é uma reação causada pelo medicamento e que pode ser fatal.

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Durante a internação, a pele da jovem continuou caindo e enormes feridas se abriram pelo corpo; ela precisou ser colocada em coma induzido para aliviar as dores.

Khaliah despertou do coma cinco semanas depois. Ao acordar, ela se desesperou quando notou que havia perdido os cabelos, unhas, 90% da pele do corpo e que já não enxergava mais.

Shaw ficou com sequelas permanentes na pele [VIDEO]e depois de um tratamento especializado voltou a enxergar um pouco. Ela e outras vítimas do medicamento entraram com uma ação na justiça e estão tentando tirar o medicamento do mercado para evitar que mais pessoas se tornem vítimas desta droga. A estudante também quer receber uma indenização de aproximadamente R$ 11 milhões de reais para custear seu tratamento, que deverá ser pelo resto da vida. #Medicina