Monique Jeffrey, moradora da Austrália, estava na cama em uma manhã de 2011 lendo seus e-mails quando espirrou. Infelizmente, o espirro foi o bastante para fraturar-lhe o pescoço na região das vértebras C1 e C2, que desabaram. Ela não podia mover seu pescoço e a dor que sentia era simplesmente alucinante. Ela se desesperou e enviou uma mensagem de texto pedindo socorro ao marido, que estava no trabalho (a única pessoa por perto era o bebê do casal, dormindo no quarto ao lado). Quando ele telefonou, ela teve que atender na viva voz, pois não conseguia chegar o telefone ao ouvido. O marido voltou para casa e chamou uma ambulância para atendê-la.

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Monique recorda que foi uma situação estranhíssima, com toda aquela dor depois de um pequeno espirro.

Pode-se dizer que uma situação como essa é bastante incomum - especialmente se ela se repete com a mesma pessoa. Embora talvez não seja muito exato dizer que a situação de 2011 repetiu-se com Monique, afinal o pescoço dela sofreu nova fratura de natureza apreciada com a primeira, ela não espirrou, ela estava rindo - e rindo logo do próprio pescoço.

A segunda fratura aconteceu seis anos depois da primeira, ou seja, neste ano de 2017. [VIDEO] No mês passado, Monique estava no trabalho sofrendo de torcicolo. Apesar da dor chata com a qual estava sofrendo, ela estava rindo das piadinhas que os colegas estavam fazendo sobre qual atividades dela poderiam ter causado o inconveniente.

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Quando, durante uma gargalhada, ela inclinou o pescoço para trás e mais uma vez, a péssima surpresa: as vértebras cederam, o pescoço dela tombou, ela não podia movê-lo e a dor lancinante apareceu mais uma vez.

A lembrança da experiência anterior, porém, permitiu-lhe manter o sangue frio e evitar entrar em desespero.

A fratura anterior exigiu que ela usasse um imobilizador por um período superior a três meses. A nova fratura, contudo, exige que ela use, aparafusado à cabeça, um aparelho cuja função é evitar que movimentos atrapalhem o processo de cicatrização das fraturas de suas vértebras.

O pior é que, infelizmente, não se pode afastar a possibilidade de que Monique sofra uma terceira fratura em seu pescoço, ainda mais tendo em visto que ela parece ter uma forte tendência para sofrer esse tipo de problema. Por isso, depois que finalmente puder tirar o aparelho, ela deverá passar por fisioterapia para fortalecer a musculatura de seu pescoço com o objetivo de tornar menos provável esse tipo de problema. Além disso, os médicos trabalham com a ideia de realizar uma intervenção cirúrgica que funda as vértebras C1 e C2, ajudando a prevenir novas fraturas. #Mulher #Mundo