No ápice da Guerra Fria, quando os EUA e a ex-URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), se degladiavam tendo como plateia o plenário da ONU, todos os países ficam apreensivos do que poderia surgir ou que ação seria tomada, afetando a vida de todos os habitantes dos planetas depois da peleja de palavras entre os representantes do Ocidente e do Oriente. Hoje só restou o legado da Rússia, depois do término do grande império soviético e os EUA continuam dando as cartas na maioria dos assuntos de âmbito mundial.

E por falar em temas importantes que vêm preocupando as pessoas que dão a mínima atenção aos noticiários, logo vem à tona o escalonamento da tensão militar e diplomática na Península Coreana entre os Estados Unidos, de Donald Trump, e a Coreia do Norte, de Kim Jong-un. Isso sem mencionar que outros países como Coreia do Sul, Japão, China e Rússia seriam diretamente prejudicados com a eclosão de uma guerra na região, que até isso poderia ser o estopim de uma possível 3ª Guerra Mundial.

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Entretanto, a fala inusitada do controverso presidente norte-americano, #Donald Trump, acaba de roubar a cena nesse mesmo cenário internacional do crescimento das provocações e rusgas entre ambas as nações. O que foi dito de tão importante assim por Trump que pode até mudar o rumo dos acontecimentos e impedir que uma guerra sem precedentes se arraste pelas outras nações? Enfim, como que do nada, Trump expressou o desejo veemente de ter um encontro pessoal com o seu homólogo norte-coreano; porém, obviamente, desde que isso possa ocorrer “sob as circunstâncias certas".

Trump assume, assim, a posição de um grande enxadrista nessa que pode ser considerada uma partida do campeonato mundial figurado de xadrez entre as nações; entretanto, a fala do presidente dos EUA à agência de notícias Bloomberg continua sendo preenchida por palavras em que tanto ele, Trump, quanto o seu país, os #Estados Unidos, são os jogadores principais na disputa.

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Não é à toa que o dono do poder na Casa Branca disse que tal encontro só se daria se fosse apropriado para ele mesmo.

O presidente norte-americano falou ainda que se sentiria honrado em poder dialogar com Kim Jong-um face a face, mas de novo o primeiro frisa que o encontro teria de obedecer “às circunstâncias corretas”. Por outro lado, sem dúvida que ele faria isso.

Trump fez questão de frisar a questão de que praticamente nenhum líder do Ocidente seria corajoso o bastante para expressar a idéia do encontro em questão; no entanto, para ele, não haveria nada no mundo que o impediria de buscar essa reunião. Só vale frisar que o presidente dos EUA não explicou em momento nenhum quais seriam as circunstâncias imprescindíveis para que os dois chefes de Estado pudessem dialogar.

Um detalhe importante no contexto político internacional é que desde Kim Jong-un assumiu o controle do poder norte-coreano, no ano de 2011, aos 33 anos de idade, ao menos até agora, ele nunca recebeu nenhum líder do exterior de relevância e muito menos empreendeu alguma viajem para fora da #Coreia do Norte.

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