O Dia das Mães será comemorado no próximo domingo (14), e esta mulher mostra força e coragem para enfrentar as tragédias que se seguem em sua vida. Quando Amy Savage, de 25 anos, se preparava para ser #mãe de seus filhos gêmeos, ela imaginava que o melhor estava para vir. E assim foi nos primeiros dias das vidas dos seus #Bebês. Mesmo cansada do pós-parto, ela estava feliz e se acostumando com sua nova família. No entanto, cinco semanas depois do parto, o seu companheiro, Dwayne, acabou com a própria vida, e pouco mais de um ano depois, é a vez de Amy lutar pela sua vida, longe de seus filhos.

Amy conta que sua vida tem sido sempre complicada, mas que nem assim poderia imaginar as complicações por que ainda iria passar.

Publicidade
Publicidade

Cinco semanas depois do nascimento de Cash e Cruz, ela perdeu o pai de seus filhos. Naquele período de maior ligação entre a família, em que todos estão mais próximos e criando laços, ela se suicidou. No pós-parto, são comuns as depressões dos pais, apesar de Amy não ter explicado os motivos para ele fazer isso.

Pouco mais de um ano depois da morte de Dwayne, Amy recebeu nova notícia devastadora. Em abril passado esta jovem mãe ficou sabendo que tinha leucemia. O diagnóstico nem foi surpresa, porque seu corpo estava dando seus primeiros sinais para ela. Foi quando ficou com vários hematomas nas pernas que ela percebeu que algo estava errado e foi procurar um médico.

Amy está agora fazendo quimioterapia, internada no hospital. Para tornar as coisas ainda mais difíceis, ela não pode ver os seus filhos.

Publicidade

Atualmente, Cash e Cruz, de 15 meses de idade, apanharam um resfriado e não podem estar com a mãe, porque o seu sistema imunológico está muito debilitado por causa dos tratamentos.

Em declarações citadas pelo jornal britânico Mirror, ela contou que sente a falta dos meninos "como uma louca", mas explica como a perda de seu companheiro lhe abriu diferentes perspectivas sobre a vida, e que a tornou uma pessoa mais tranquila e otimista. "A cada momento de cada dia, as pessoas perdem suas vidas de repente", contou Amy, satisfeita que, pelo menos, ela tem uma chance para lutar por sua vida e é isso que vai fazer.

Lutar por sua vida, fazendo os tratamentos enquanto puder, tentando reencontrar seus meninos logo que seja possível. "As coisas sempre foram um pouco mais difícil na minha vida por algum motivo. Então, eu estou um pouco acostumada com isso", diz ela.

Amy acredita que as dificuldades pelas quais tem passado a tornaram uma pessoa mais forte e que sabe encarar a vida com outro olhar: "Eu prefiro rir do que chorar. Então, é isso o que estou fazendo".

Apesar de se mostrar cheia de força, as dificuldades são muitas na vida de Amy. Os amigos estão organizando um pedido para angariação de fundos para a ajudarem nesse momento complicado de sua vida.

#viúva