Os #EUA claramente enfatizam seu apoio à #Ucrânia após diversas reuniões diplomáticas em maio. O presidente Donald Trump realizou reuniões separadas com o ministro russo das Relações Exteriores, Sergey Lavrov, e com o ministro da Ucrânia, Pavlo Klimkin, em Washington, nas últimas semanas, enfatizando a responsabilidade da Rússia em implementar acordos com Minsk.

O secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, informou que os EUA manterão sanções contra a Rússia até que Moscou reverta as ações que desencadeiam ataques contra a Ucrânia.

Entretanto, a Rússia continua a atacar a Ucrânia com intuito de desestabilizar politicamente o país, enquanto empreende uma campanha de desinformação para retratar a Ucrânia como agressora.

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As forças separatistas que apoiam a Rússia violaram o acordo de cessar fogo de Minsk, mantendo seus ataques contra forças ucranianas perto das cidades como Mariupol, Donetsk e Popasna, após uma breve pausa para a páscoa ortodoxa em abril. Ainda resistindo aos esforços para implantar forças de paz internacional, preservando a liberdade de ação dos seus representantes, a Rússia continua a fomentar a campanha na Ucrânia.

Moscou continua também a instigar grupos locais, como os hooligans pró-Rússia, que entraram em confronto com ativistas ucranianos nacionalistas e a polícia em todo o país durante a celebração do Dia da Vitória, em 9 de maio. Apesar disso, não conseguem criar um descontentamento público generalizado.

A Rússia também deve continuar minando as relações da Ucrânia com outras nações.

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Grupos não identificados atacaram instalações diplomáticas da Polônia e da Lituânia em Lutsk e em Kiev. Além disso, minaram ações com Montenegro, que recentemente foi aceito pela OTAN, e outros países da Europa Oriental.

O governo ucraniano avançou no combate à corrupção e na criação de um ambiente favorável para economia estagnada, abrindo suas portas a negócios e novos investidores. O presidente Petro Poroshenko expandiu um sistema eletrônico de declaração, através do qual funcionários do governo revelam publicamente seus ativos. O país também iniciou uma série de investigações contra corrupção de funcionários dos setores bancário e governamental.

A expectativa é que o PIB aumente devido a queda decorrente dos constantes conflitos dos últimos anos, que gerou crescimento lento, minando a confiança do público e de investidores estrangeiros.

Assim, os EUA não devem apoiar a Ucrânia apenas nos esforços para restabelecer sua economia e sua política, porém tornar forte a oposição contra a agressão russa. Apesar disso, o país nunca conseguiu progredir na política do Kremlin em relação à Ucrânia, nem mesmo após o discurso de Trump sobre o assunto. O presidente Putin provavelmente fomentará a instabilidade até que a Rússia volte a influenciar a Ucrânia, que é um país geopoliticamente estratégico. #Russia