Na última sexta-feira (5), um peixe capturado nas Filipinas viralizou na internet e chamou atenção da imprensa internacional. O motivo? Intrigantes tatuagens marcadas no corpo do bicho foram notadas pelos pescadores.

Reportada originalmente no periódico local Philippine News, a notícia foi retirada de uma publicação da emissora de TV filipina GMA News, que postou a matéria na página do Facebook – confira manchete abaixo.

Contudo, nesta terça-feira (9), o portal de notícias FILIPINO BUZZ, revelou a verdade sobre o alegado “peixe alienígena”.

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A recente informação, rapidamente ganhou destaque na imprensa internacional – veja a seguir.

Ao contrário do que alguns pesquisadores do sobrenatural supunham, como o ufólogo especulativo Scott C.

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Waring, que achava que o peixe tinha vindo de outro planeta, os desenhos foram absorvidos da camiseta do pescador Zosimo Tano, 41 anos.

Ele explicou que o peixe de 24 quilos e dois metros de comprimento, da espécie marlim-azul, que habita os oceanos Atlântico e Pacífico, nunca teve uma tatuagem.

Tano ainda salientou que as estampas da camiseta usada no dia da pesca marcaram o corpo do animal, quando ele colocou a peça sobre o peixe. Em decorrência disso, os desenhos da roupa, na pele do bicho, pareciam tatuagens.

“Ele não tem tatuagem, eu nunca pensei que a impressão [da camiseta] que eu costumava cobrir iria incorporar a pele do peixe", confidenciou ao grupo midiático ABS-CBN News.

Também disse ter decidido revelar a verdade, depois de um amigo contar a ele que o marlim-azul, capturado na região de Lopes Jaena, tinha virado notícia em todo o mundo.

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O pescador ainda acrescentou ter vendido o marlim-azul no mesmo dia, pelo irrisório valor de 180 pesos Filipinos, equivalente a 3,60 Dólares, pouco mais de 11 Reais.

A entidade responsável pela fiscalização de atividades pesqueiras e marítimas das Filipinas, The Bureau of Fisheries and Aquatic Resources (BFAR), elucidou que a pele viscosa do peixe absorveu a impressão da roupa ao entrar em contato com ela.

"Essa reação química deve ser sujeita a estudos futuros", declarou Joseph Florig, diretor regional assistente do BFAR-IX.

Embora a exploração oceânica em grandes profundidades ainda seja limitada, com possíveis espécies marinhas desconhecidas do homem, vivendo em paz nas profundezas, uma coisa é certa: no fundo do mar, “nem tudo que reluz é ouro”, quero dizer, história de pescador. #Mídia #Curiosidades #Viral