À medida em que se aprimora a tecnologia empregada nos equipamentos capazes de rastrear objetos celestes próximos à Terra, percebe-se que o mundo está à mercê dos perigosos eventos celestes do universo.

Embora a Agência Espacial Americana (#Nasa) afirme não existir risco iminente de um grande asteroide colidir com o planeta, ela está acompanhando de perto um astro chamado 441987 (2010 NY65).

De acordo com informações dos jornais britânicos Daily Mail e The Sun, edição de quinta-feira (22), A NASA comunicou que o asteroide, com 230 metros de diâmetro, passará próximo à Terra neste sábado (24) – veja as manchetes.

Segundo profissionais da agência, o corpo celeste - capaz de destruir a civilização humana em caso de colisão – chegará perto da população terrestre.

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Porém, a distância de três milhões de quilômetros, equivalente a 7,9 distâncias lunares, é suficiente para que as pessoas não se preocupem, ao menos por enquanto.

Todavia, se houvesse uma anomalia na trajetória pré-definida do 2010 NY65 e ele rumasse em direção ao planeta, com certeza a humanidade estaria com os dias contados. Conforme cientistas, o impacto seria proporcional a uma força destrutiva, 300 vezes superior a bomba atômica de Hiroshima, lançada sobre a cidade japonesa em 6 de agosto de 1945.

O asteroide deste sábado foi descoberto em 10 de julho de 2010, pelo telescópio Wide-field Infrared Survey Explorer (Wise). Pesquisadores avaliam que ele chegará próximo da Terra todos os anos, até 2022.

Questão de tempo até atingir a Terra

Apesar de não haver indícios de corpos celestes capazes de ameaçar o mundo, na semana passada, o astrofísico Alan Fitzsimmons, líder do Centro de Astrofísica da Queen's University Belfast, na Irlanda, fez alarmantes declarações.

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Ele disse que uma colisão de potencial apocalíptico é apenas questão de tempo. Fitzsimmons salientou que uma queda inesperada de asteroide poderá facilmente destruir uma cidade populosa, ou mesmo matar a maioria dos seres humanos, se ele for de grandes proporções.

Entretanto, o astrofísico frisou o fato de os pesquisadores terem evoluído na detecção desses objetos. “É importante saber que cientistas e engenheiros fizeram grandes progressos na detecção de asteroides e na compreensão da ameaça representada por eles", avaliou.

Contudo, no entendimento do cientista, os avanços na área não são suficientes para evitar uma observação antecipada de todos os astros capazes de transpassar a atmosfera terrestre.

“Mais de 1.800 objetos potencialmente perigosos foram descobertos até agora, mas há muitos mais esperando para serem encontrados”, concluiu.

#Espaço #Curiosidades