Um comunicado de Pyongyang divulgado pela agência de notícias KCNA aponta que inúmeros bombardeiros B-1B, que vieram de Guam, juntamente com aviões de combate que estão no porta-aviões USS Carl Vinson, voaram sobre a Península Coreana na segunda-feira (29).

Ao que tudo indica, a Força Aérea norte-americana estaria realizando treinamentos que visavam o lançamento de bomba nuclear bem perto da fronteira que separa ambas as Coreias.

Nota oficial norte-coreana

Uma nota oficial emitida por Pyongyang ressalta que o fato foi tido como uma "provocação militar", o que será capaz de "levar a situação à beira de uma guerra". A agência KCNA divulgou que é iminente o perigo de uma #Guerra nuclear na Península Coreana, o que poderia levar a um confronto que dizimaria a parte continental dos #Estados Unidos.

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Fontes do governo sul-coreano afirmaram que dois B-1B surgiram no ar, no Mar do Leste, situado próximo às terras japonesas, às 10h30 de segunda-feira. Isso após a #Coreia do Norte, do líder Kim Jong-un, realizar o lançamento de um míssil balístico de alcance curto no sentido do mar.

Junto com os bombardeiros estavam caças F-15K da Força Aérea sul-coreana, os quais sobrevoaram a área por mais de duas horas. Ao que tudo indica, as forças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiram exibir sua força em face dos testes de mísseis realizados pela Coreia do Norte durante este ano.

Os B-1 Lancer situados na região de Andersen, em Guam, são aviões do tipo supersônico. Eles têm diversos motores a jato e asas geometricamente variáveis. Ainda são capazes de atingir altas velocidades.

Guerra iminente?

Em vista da tensão percebida nas terras coreanas - diga-se, Coreias do Norte e do Sul -, o mundo vem se dividindo a respeito das condutas perpetradas tanto pelos Estados Unidos quanto pela nação de Kim Jong-un.

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Ao que tudo em indica, o clima de pré-guerra na Península Coreana só tende a aumentar com o passar dos dias.

No início de maio, o presidente dos Estados Unidos afirmou em uma entrevista, que estava disposto a se reunir com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, "sob as circunstâncias adequadas". Entretanto, a Casa Branca acrescentou que essas circunstâncias de diálogo definitivamente não podem ser observadas no momento.

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