Uma mulher está sendo acusada de #incesto após ela ter relações sexuais como o seu pai porque não queria que ele se casasse com a noiva. O Tribunal de Distrito informou anteriormente que as duas ocasiões em que a filha, de 26 anos, fez sexo com o próprio pai ocorreram no ano de 2009. Um relatório psicológico que seu advogado citou na segunda-feira (29), que os incidentes ocorreram em um momento em que seu pai, um médico de medicina chinês, estava prestes a se casar com a sua noiva.

A perspectiva aprofundou o desespero de uma filha que foi privada do amor de sua mãe, disse o advogado. Segundo informações, a mulher se ofereceu para fazer sexo com o pai, esperando que ele mudasse de ideia.

Publicidade
Publicidade

O relatório acrescentou que os dois encontros sexuais decorriam do "amor perdido, paixão e devoção ao pai". Tanto a filha referida, que não teve o seu nome revelado para proteger sua identidade, e seu pai, de 58 anos, declararam-se culpados antes de duas acusações de incesto.

De acordo com o juiz Timothy Casewell, ele procurou um relatório do oficial de liberdade condicional para estudar a possibilidade de uma sentença não privativa de liberdade para a mulher, mas recusou-se a fazer o mesmo pelo pai. O tribunal ouviu anteriormente que os encontros íntimos do casal ocorreram quando a filha tinha 19 anos. O casal foi descoberto pelo irmão mais novo da jovem, que era então um aluno da escola secundária, e encontrou imagens da relação sexual. O irmão, pensando que ela estava sendo forçada a fazer sexo pelo pai na época, acionou a polícia.

Publicidade

Conforme informações, antes que o caso fosse levado ao tribunal, o advogado da mulher relatou que ela tentou dizer aos promotores que ela era a principal culpada. "Este caso é altamente incomum. Ela se ofereceu para fazer sexo, esperando que ele mudasse de ideia. Ela também disse que seu cliente já tentou dizer aos promotores que a responsabilizassem plenamente para que seu pai pudesse andar livre. Isso mostra a extensão da devoção e da paixão que a ré tem pelo pai. Isso não serve para a sociedade para trancá-la e puni-la", disse o advogado da mulher, em mitigação.

O advogado pediu ao juiz que tenha em conta a devoção que a filha teve pelo pai, assegurando que a chance de reincidência seria baixa. Segundo informações divulgadas por meios de comunicação, o tribunal também ouviu o irmão que, desde então, sofre de depressão que exige tratamento com medicação. Pai e filha serão sentenciados em 12 de junho. #Crime #Investigação Criminal